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Espectros do feminismo no cinema português

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Resumo:Primeira longa-metragem de Cristèle Alves Meira, Alma Viva (2022) narra as férias de verão de uma criança com a sua família em Trás-os-Montes. Exemplo do fôlego transnacional do cinema português contemporâneo, o filme inscreve-se também na genealogia do cinema português no feminino. Estabelecendo pontes entre Alma Viva, Três Dias sem Deus (Bárbara Virgínia, 1946) e Máscaras (Noémia Delgado, 1976), este artigo examina obras de períodos distintos da história do cinema em Portugal realizadas por mulheres. Questiona ainda a pertença de Alma Viva, filme sobre espectros, de influência gótica e enraizado na paisagem, à nova vaga global do cinema de mulheres, discutindo o lugar do feminismo no cinema português do século XXI.
Autores principais:Liz, Mariana
Assunto:Cinema português Feminismo Cinema gótico Paisagem Bruxas Portuguese film Feminism Gothic cinema Landscape Witches
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa

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