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Armando de Castro e o ISEG

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O objectivo desta comunicação na sessão de homenagem a Armando Castro não é tanto o de expôr uma reflexão crítica sobre a sua intervenção pública enquanto cidadão ou da sua acção enquanto cientista e professor - isso foi já feito, ainda que parcialmente, noutros momentos, designadamente por Carlos Pimenta e por mim próprio - mas dar a conhecer algumas facetas mais pessoais, numa abordagem essencialmente memorialista, de uma parte da sua vida académica. A sua simplicidade, e porventura a sua indiferença relativamente a homenagens póstumas, não nos impedem de reflectir sobre o significado da sua vida e sobre a importância da sua obra. De Armando Castro, cuja obra revisito com alguma frequência, guardo o exemplo do cidadão e do político — fazer política significa intervir ativamente na realidade —, a memória de um investigador de excelência, a saudade de um verdadeiro Mestre com quem espero ter aprendido alguma coisa e cujo convívio e amizade muito me honraram.
Autores principais:Bastien, Carlos
Assunto:Castro, Armando (1918-1999) Economista Académico Investigador Economia Portuguesa Político militante Biografia Portugal
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:palestra
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O objectivo desta comunicação na sessão de homenagem a Armando Castro não é tanto o de expôr uma reflexão crítica sobre a sua intervenção pública enquanto cidadão ou da sua acção enquanto cientista e professor - isso foi já feito, ainda que parcialmente, noutros momentos, designadamente por Carlos Pimenta e por mim próprio - mas dar a conhecer algumas facetas mais pessoais, numa abordagem essencialmente memorialista, de uma parte da sua vida académica. A sua simplicidade, e porventura a sua indiferença relativamente a homenagens póstumas, não nos impedem de reflectir sobre o significado da sua vida e sobre a importância da sua obra. De Armando Castro, cuja obra revisito com alguma frequência, guardo o exemplo do cidadão e do político — fazer política significa intervir ativamente na realidade —, a memória de um investigador de excelência, a saudade de um verdadeiro Mestre com quem espero ter aprendido alguma coisa e cujo convívio e amizade muito me honraram.