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Índices accionistas subjacentes a contratos de futuros : aspectos alternativos à actual metodologia do PSI-20

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os contratos de futuros sobre índices accionistas são dos produtos derivados mais bem sucedidos. Estes contratos têm vindo a ser objecto de transacção num número cada vez maior de países. Portugal não é excepção e no dia 20 de Junho de 1996 começou a ser transaccionado, na Bolsa de Derivados do Porto o primeiro contrato de futuros sobre um índice - o PSI-20. O sucesso de um contrato de futuros está intimamente ligado às características do activo subjacente - no caso dos contratos de futuros sobre índices accionistas, o próprio índice em si. Este trabalho versa sobre a questão dos índices que servem de base à negociação de contratos de futuros. Começa-se por abordar o que são e para que servem, na generalidade, estes contratos. Enunciam-se algumas das principais características que os índices devem possuir e os diferentes métodos de cálculo dos mesmos. Esta parte é finalizada com um comentário pessoal acerca do método de ponderação atribuído aos títulos e método de estabelecimento da média com a apresentação de um breve exemplo para cada situação. Analisam-se alguns índices internacionais que servem de base a contratos de futuros - LBEX-35, LBOVESPA, DAX-30, FOX-25, FT-SE 100 e PSI-20 -, caracterizando sumariamente cada um deles, apresentando alguns dados operacionais, referindo a entidade gestora, a metodologia de cálculo e o respectivo desempenho, em termos de representatividade da tendência geral do mercado e volume de contratos de futuros transaccionados sobre os mesmos. Finalmente, conclui-se o trabalho com a apresentação para o PSI-20 de alguns pontos alternativos à sua actual metodologia de construção, nomeadamente: - A redução do período de revisão da amostra; - O estabelecimento de um limite máximo ao peso de um dado sector na carteira; - O ajustamento do índice por distribuição de dividendos
Autores principais:Vieira, Telmo Francisco Salvador
Assunto:Contratos Futuros Índices Metodologia PSI-20 Contracts Futures Indexes Methodology PSI-20
Ano:1996
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Os contratos de futuros sobre índices accionistas são dos produtos derivados mais bem sucedidos. Estes contratos têm vindo a ser objecto de transacção num número cada vez maior de países. Portugal não é excepção e no dia 20 de Junho de 1996 começou a ser transaccionado, na Bolsa de Derivados do Porto o primeiro contrato de futuros sobre um índice - o PSI-20. O sucesso de um contrato de futuros está intimamente ligado às características do activo subjacente - no caso dos contratos de futuros sobre índices accionistas, o próprio índice em si. Este trabalho versa sobre a questão dos índices que servem de base à negociação de contratos de futuros. Começa-se por abordar o que são e para que servem, na generalidade, estes contratos. Enunciam-se algumas das principais características que os índices devem possuir e os diferentes métodos de cálculo dos mesmos. Esta parte é finalizada com um comentário pessoal acerca do método de ponderação atribuído aos títulos e método de estabelecimento da média com a apresentação de um breve exemplo para cada situação. Analisam-se alguns índices internacionais que servem de base a contratos de futuros - LBEX-35, LBOVESPA, DAX-30, FOX-25, FT-SE 100 e PSI-20 -, caracterizando sumariamente cada um deles, apresentando alguns dados operacionais, referindo a entidade gestora, a metodologia de cálculo e o respectivo desempenho, em termos de representatividade da tendência geral do mercado e volume de contratos de futuros transaccionados sobre os mesmos. Finalmente, conclui-se o trabalho com a apresentação para o PSI-20 de alguns pontos alternativos à sua actual metodologia de construção, nomeadamente: - A redução do período de revisão da amostra; - O estabelecimento de um limite máximo ao peso de um dado sector na carteira; - O ajustamento do índice por distribuição de dividendos