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O monumento megalítico da Bela Vista (Colares, Sintra) : um contributo para o conhecimento das práticas funerárias do 3º milénio a.n.e.

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Assim, a escolha deste monumento para estudo, prende-se pelo facto de este ser um monumento que não está devidamente estudado à luz dos conhecimentos actuais sobre o 4º e 3º milénio a.n.e., pretendendo-se assim, dar a conhecer à comunidade arqueológica um monumento que está “esquecido” há mais de 50 anos. A especificidade da sua arquitectura e a natureza do seu espólio, essencialmente campaniforme, assumem também especial importância para o estudo desta temática no Centro e Sul de Portugal. Procuraremos neste trabalho, encontrar novas informações acerca do espólio recolhido, à luz dos conhecimentos actuais, com a espectativa de conseguirmos definir melhor o período de utilização deste arqueosítio e auferir sobre a sua possível evolução ao longo do tempo, integrando-o no conjunto de monumentos megalíticos, já conhecido da península de Lisboa e da região da Estremadura.
Autores principais:Pina, Rui Pedro Gabriel
Assunto:Megálitos - Bela Vista (Sintra, Portugal; sítio arqueológico) Ritos e cerimónias fúnebres pré-históricos - Bela Vista (Sintra, Portugal; sítio arqueológico) Bela Vista (Sintra, Portugal; sítio arqueológico) - Vestígios arqueológicos pré-históricos Escavações arqueológicas - Bela Vista (Sintra, Portugal; sítio arqueológico) Sítios arqueológicos - Sintra (Portugal) Teses de mestrado - 2019
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Assim, a escolha deste monumento para estudo, prende-se pelo facto de este ser um monumento que não está devidamente estudado à luz dos conhecimentos actuais sobre o 4º e 3º milénio a.n.e., pretendendo-se assim, dar a conhecer à comunidade arqueológica um monumento que está “esquecido” há mais de 50 anos. A especificidade da sua arquitectura e a natureza do seu espólio, essencialmente campaniforme, assumem também especial importância para o estudo desta temática no Centro e Sul de Portugal. Procuraremos neste trabalho, encontrar novas informações acerca do espólio recolhido, à luz dos conhecimentos actuais, com a espectativa de conseguirmos definir melhor o período de utilização deste arqueosítio e auferir sobre a sua possível evolução ao longo do tempo, integrando-o no conjunto de monumentos megalíticos, já conhecido da península de Lisboa e da região da Estremadura.