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Estudo para a implementação do Balanced Scorecard no Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Portugal continua a gastar mais no setor da saúde, em termos relativos, que a maioria dos outros países (OCDE, 2015). Assim, é urgente tornar aquelas instituições mais eficientes. O presente artigo tem como objetivo apresentar uma proposta de Balanced Scorecard para o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, evidenciando a importância que pode assumir na gestão da atividade. Com o estudo, foi possível concluir que a introdução da perspetiva de Aprendizagem e Crescimento, permite valorizar os recursos humanos e atribuir responsabilidades pelo desempenho, em todos os níveis da organização. Melhorando o planeamento e a gestão do capital humano assegura-se maior produtividade, menor desperdício de recursos financeiros e uma utilização mais racional dos meios disponíveis, bem como o aumento da efetividade dos cuidados de saúde, com o aumento do número de consultas, a melhoria dos tempos de espera e uma redução do custo médio por consulta.
Autores principais:Gomes dos Santos, Paula
Outros Autores:Pinho Dos Santos, Gian Felipe; Leonte, Florentina Iulia Spînzurici
Assunto:Gestão Hospitalar; Balance Scorecard; Planeamento.
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Portugal continua a gastar mais no setor da saúde, em termos relativos, que a maioria dos outros países (OCDE, 2015). Assim, é urgente tornar aquelas instituições mais eficientes. O presente artigo tem como objetivo apresentar uma proposta de Balanced Scorecard para o Centro Hospitalar de Lisboa Ocidental, evidenciando a importância que pode assumir na gestão da atividade. Com o estudo, foi possível concluir que a introdução da perspetiva de Aprendizagem e Crescimento, permite valorizar os recursos humanos e atribuir responsabilidades pelo desempenho, em todos os níveis da organização. Melhorando o planeamento e a gestão do capital humano assegura-se maior produtividade, menor desperdício de recursos financeiros e uma utilização mais racional dos meios disponíveis, bem como o aumento da efetividade dos cuidados de saúde, com o aumento do número de consultas, a melhoria dos tempos de espera e uma redução do custo médio por consulta.