Publicação
Continuidade em territórios fragmentados
| Resumo: | Em Vila Franca de Xira, o rio tem um grande valor ambiental e na sua paisagem identitária, mas desde o período industrial, a fragmentação urbana neste território tem vindo a quebrar a conexão da cidade com o Rio Tejo e com a sua população em geral. A preocupação com a continuidade no meio urbano vai para além dos problemas actualmente analisados, pois a continuidade numa cidade também provém da resiliência dos seus projectos ao longo dos anos. Como podemos pensar em projectar uma continuidade em áreas vulneráveis, em áreas que correm o risco de deixarem de ser habitáveis, devido aos impactos das alterações climáticas? Neste trabalho procuramos soluções estratégicas que incorporassem a imagem do lugar, utilizando a forte presença do rio como uma oportunidade para criar e revitalizar novos espaços públicos urbanos que promovam uma maior vivência da cidade. Com o objectivo de estruturar os espaços públicos que conectem o artificial com a natureza local, de forma fluída e com a noção das futuras ameaças territoriais, expandindo os espaços que ligam a população com o rio, tem em conta os cenários de alterações climáticas. A proposta trabalha principalmente o espaço da frente ribeirinha da cidade de Vila Franca de Xira, revitalizando esta área e propondo na estratégia geral, a regeneração de alguns espaços, promovendo uma maior permeabilidade no centro da cidade. O espaço público deve servir como um elemento agregador dos diferentes espaços urbanos, promovendo a continuidade espacial e não impendido o seu desenvolvimento sustentável com os seus recursos naturais. |
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| Autores principais: | Semedo, Mónica Andreia Martins |
| Assunto: | Regeneração urbana Espaço público Fragmentação urbana Frente Ribeirinha Urban regeneration Public space Urban fragmentation Riverfront |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Em Vila Franca de Xira, o rio tem um grande valor ambiental e na sua paisagem identitária, mas desde o período industrial, a fragmentação urbana neste território tem vindo a quebrar a conexão da cidade com o Rio Tejo e com a sua população em geral. A preocupação com a continuidade no meio urbano vai para além dos problemas actualmente analisados, pois a continuidade numa cidade também provém da resiliência dos seus projectos ao longo dos anos. Como podemos pensar em projectar uma continuidade em áreas vulneráveis, em áreas que correm o risco de deixarem de ser habitáveis, devido aos impactos das alterações climáticas? Neste trabalho procuramos soluções estratégicas que incorporassem a imagem do lugar, utilizando a forte presença do rio como uma oportunidade para criar e revitalizar novos espaços públicos urbanos que promovam uma maior vivência da cidade. Com o objectivo de estruturar os espaços públicos que conectem o artificial com a natureza local, de forma fluída e com a noção das futuras ameaças territoriais, expandindo os espaços que ligam a população com o rio, tem em conta os cenários de alterações climáticas. A proposta trabalha principalmente o espaço da frente ribeirinha da cidade de Vila Franca de Xira, revitalizando esta área e propondo na estratégia geral, a regeneração de alguns espaços, promovendo uma maior permeabilidade no centro da cidade. O espaço público deve servir como um elemento agregador dos diferentes espaços urbanos, promovendo a continuidade espacial e não impendido o seu desenvolvimento sustentável com os seus recursos naturais. |
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