Publicação
Preservar a memória
| Resumo: | reconhecimento da importância para o desenvolvimento das atividades náuticas e o contributo económico que esta indústria proporcionou aos Açores, foram o incentivo para a realização deste trabalho. Num mundo em que as ruínas e o abandono estão cada vez mais presentes nos edificados das nossas vilas e cidades, é de interesse discutir e refletir sobre o passado e a relevância destes objetos, traçando-lhes um futuro melhor, contribuindo para a nossa identidade. A União das Armações Baleeiras de São Miguel, vulgarmente apelidada de Fábrica da Baleia de São Vicente Ferreira, hoje já sem presença física, onde só resta a sua imponente chaminé e a memória dos que fizeram da baleação o seu modo de vida, é um marco importante na história dessa Região, em particular na sua atividade industrial. A sua ruína e demolição, foi fruto da extinção de uma indústria que perdeu expressão, conjugada com a proibição da prática da caça á baleia, colmatada pela incúria de outros. Em Preservar a Memória, procuramos desenvolver uma narrativa crítica com bases históricas e culturais, dando forma à proposta de um espaço de lazer, cultural com uma componente habitável para os Açorianos, e não só, amantes e curiosos pelas atividades náuticas e da baleação. O lugar em estudo apresenta três acentuados desníveis. A partir dessas diferenças altimétricas organizou-se o novo programa, utilizando-as para promover cada um dos três setores de atividade propostos, desde do mais público ao mais privado. O setor histórico e cultural é proporcionado por uma Casa Museu Baleia, corpo onde outrora terá sido a Fábrica da Baleia, dando passagem para um Centro de Investigação e Lazer Náutico, observados do nível altimétrico mais elevado por pequenos alojamentos de apoio às duas estruturas anteriores. |
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| Autores principais: | Cordeiro, Joana Sousa |
| Assunto: | Açores Ilha Património Memória Fábrica da Baleia Azores Island Patrimony Memory Whale factory |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | reconhecimento da importância para o desenvolvimento das atividades náuticas e o contributo económico que esta indústria proporcionou aos Açores, foram o incentivo para a realização deste trabalho. Num mundo em que as ruínas e o abandono estão cada vez mais presentes nos edificados das nossas vilas e cidades, é de interesse discutir e refletir sobre o passado e a relevância destes objetos, traçando-lhes um futuro melhor, contribuindo para a nossa identidade. A União das Armações Baleeiras de São Miguel, vulgarmente apelidada de Fábrica da Baleia de São Vicente Ferreira, hoje já sem presença física, onde só resta a sua imponente chaminé e a memória dos que fizeram da baleação o seu modo de vida, é um marco importante na história dessa Região, em particular na sua atividade industrial. A sua ruína e demolição, foi fruto da extinção de uma indústria que perdeu expressão, conjugada com a proibição da prática da caça á baleia, colmatada pela incúria de outros. Em Preservar a Memória, procuramos desenvolver uma narrativa crítica com bases históricas e culturais, dando forma à proposta de um espaço de lazer, cultural com uma componente habitável para os Açorianos, e não só, amantes e curiosos pelas atividades náuticas e da baleação. O lugar em estudo apresenta três acentuados desníveis. A partir dessas diferenças altimétricas organizou-se o novo programa, utilizando-as para promover cada um dos três setores de atividade propostos, desde do mais público ao mais privado. O setor histórico e cultural é proporcionado por uma Casa Museu Baleia, corpo onde outrora terá sido a Fábrica da Baleia, dando passagem para um Centro de Investigação e Lazer Náutico, observados do nível altimétrico mais elevado por pequenos alojamentos de apoio às duas estruturas anteriores. |
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