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Influência do tempo pós-polimerização na resistência à flexão das resinas bis acrílicas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objetivos: O presente estudo teve como objetivo estudar a influência do tempo pós- polimerização na resistência à flexão, de duas marcas comerciais de resinas bis-acrílicas. Materiais e Métodos: Com auxílio de um molde metálico, foram realizados 120 espécimes de cada resina bis-acrílica estudada, e divididos em 6 grupos de 20 espécimes de acordo com o tempo pós-polimerização considerado (5 min, 30 min, 6 h, 24 h, 48 h, 96 h). Desta forma, foram criados 12 grupos experimentais de acordo com as diversas combinações possíveis entre resina bis-acrílica e tempo pós-polimerização (n=20). Após o respetivo tempo pós-polimerização, os espécimes foram submetidos a um teste de resistência à flexão de três pontos. Os dados foram analisados recorrendo a testes de Mann-Whitney e Kruskal-Wallis. O nível de significância foi estabelecido em α=0,05. Resultados: Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas (p=0,735) entre as resinas bis-acrílicas estudadas. No entanto, o tempo pós-polimerização influenciou os resultados de uma forma estatisticamente significativa (p<0,001). Não se observaram diferenças estatisticamente significativas entre os 5 e os 30 minutos (p=0,221). A resistência à flexão aumentou do grupo dos 30 minutos para o das 24 horas (p<0,001). Não se verificaram diferenças entre os grupos das 24, 48 e 96 horas (p>0,05). Conclusão: Não existem diferenças entre a resistência à flexão das resinas bis-acrílicas testadas. A resistência à flexão aumenta dos 30 minutos às 24 horas, não sofrendo alteração a partir das 24 horas.
Autores principais:Reis, Francisco Oliveira
Assunto:Saúde oral Teses de mestrado - 2019
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Objetivos: O presente estudo teve como objetivo estudar a influência do tempo pós- polimerização na resistência à flexão, de duas marcas comerciais de resinas bis-acrílicas. Materiais e Métodos: Com auxílio de um molde metálico, foram realizados 120 espécimes de cada resina bis-acrílica estudada, e divididos em 6 grupos de 20 espécimes de acordo com o tempo pós-polimerização considerado (5 min, 30 min, 6 h, 24 h, 48 h, 96 h). Desta forma, foram criados 12 grupos experimentais de acordo com as diversas combinações possíveis entre resina bis-acrílica e tempo pós-polimerização (n=20). Após o respetivo tempo pós-polimerização, os espécimes foram submetidos a um teste de resistência à flexão de três pontos. Os dados foram analisados recorrendo a testes de Mann-Whitney e Kruskal-Wallis. O nível de significância foi estabelecido em α=0,05. Resultados: Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas (p=0,735) entre as resinas bis-acrílicas estudadas. No entanto, o tempo pós-polimerização influenciou os resultados de uma forma estatisticamente significativa (p<0,001). Não se observaram diferenças estatisticamente significativas entre os 5 e os 30 minutos (p=0,221). A resistência à flexão aumentou do grupo dos 30 minutos para o das 24 horas (p<0,001). Não se verificaram diferenças entre os grupos das 24, 48 e 96 horas (p>0,05). Conclusão: Não existem diferenças entre a resistência à flexão das resinas bis-acrílicas testadas. A resistência à flexão aumenta dos 30 minutos às 24 horas, não sofrendo alteração a partir das 24 horas.