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Ao som de Belchior: uma experiência auditiva-musical sobre o mundo das startups

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este artigo tem como principal objetivo explorar alguns dos percursos dos startuppers a partir de uma experiência auditiva-musical, da escuta e da aproximação das músicas de Belchior com o mundo das startups e, de forma secundária, experimentar a utilização de novas ferramentas tecnológicas, nesse caso o Miro, no processo de construção da pesquisa. Considerei as músicas do álbum Alucinação e três entrevistas de Belchior para perceber alguns de seus processos criativos e para ajudar-me a nublar, epistemologicamente, as fronteiras da arte e da ciência. O artigo apresenta uma síntese argumentativa e duas proposições reflexivas: (i) a ideologia salvacionista dos líderes contemporâneos cujas histórias são consideradas “de sucesso” e recaem sobre as startups e os startuppers; e (ii) as práticas empresariais disfarçadas de “ajuda” para a exploração de startups e da força de trabalho de jovens startuppers.
Autores principais:Lima, Eduardo
Outros Autores:Ferreira, Vitor Sérgio
Assunto:Experiência auditiva-musical Design thinking Startups Belchior Ecossistemas de inovação
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este artigo tem como principal objetivo explorar alguns dos percursos dos startuppers a partir de uma experiência auditiva-musical, da escuta e da aproximação das músicas de Belchior com o mundo das startups e, de forma secundária, experimentar a utilização de novas ferramentas tecnológicas, nesse caso o Miro, no processo de construção da pesquisa. Considerei as músicas do álbum Alucinação e três entrevistas de Belchior para perceber alguns de seus processos criativos e para ajudar-me a nublar, epistemologicamente, as fronteiras da arte e da ciência. O artigo apresenta uma síntese argumentativa e duas proposições reflexivas: (i) a ideologia salvacionista dos líderes contemporâneos cujas histórias são consideradas “de sucesso” e recaem sobre as startups e os startuppers; e (ii) as práticas empresariais disfarçadas de “ajuda” para a exploração de startups e da força de trabalho de jovens startuppers.