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O mundo plural: a educação como dissonância e tradução

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Neste ensaio propõe-se compreender a escola como um ‘entre-lugares’ de três mundos educativos: o mundo único, o mundo dual e o mundo plural. À escola cabe, cada vez mais, o desafio de gerir um mundo plural potenciado ao longo do século XX pela escola de massas, pela juvenilização do mundo, pela descolonização das mentes e pela auto-mediação do mundo. Propõe-se que a escola deve gerir as dissociações, traduzi-las em dissonâncias e, depois, em compromissos. Considera-se que a dissonância é o social em construção: a convivialidade da estranheza dissonante e em tradução frágil o próprio destino humano.
Autores principais:Seixas, Paulo Castro
Assunto:Educação, dissonância, tradução
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Neste ensaio propõe-se compreender a escola como um ‘entre-lugares’ de três mundos educativos: o mundo único, o mundo dual e o mundo plural. À escola cabe, cada vez mais, o desafio de gerir um mundo plural potenciado ao longo do século XX pela escola de massas, pela juvenilização do mundo, pela descolonização das mentes e pela auto-mediação do mundo. Propõe-se que a escola deve gerir as dissociações, traduzi-las em dissonâncias e, depois, em compromissos. Considera-se que a dissonância é o social em construção: a convivialidade da estranheza dissonante e em tradução frágil o próprio destino humano.