Publicação
As placas votivas da «Anta Grande» da Ordem: um marco na historiografia do estudo das placas de xisto gravadas do Sudoeste peninsular
| Resumo: | Escavada por Manuel de Mattos Silva em 1892, a «Anta Grande» da Ordem assumiu-se desde logo como paradigma da cultura megalítica alentejana. Em específico em relação às placas votivas, a sua quantidade e qualidade mereceram automaticamente a atenção dos investigadores, tendo sido precisamente utilizadas por José Leite de Vasconcellos nas suas Religiões da Lusitânia (1897) para ilustrar a originalidade destes elementos durante a Pré-História das antigas comunidades camponesas no território português. Este texto apresenta assim a análise as placas votivas recolhidas neste monumento megalítico alentejano, incluindo-a nos vectores de investigação do projecto PLACA-NOSTRA, não só por todas as questões que levantam (em termos de iconografia e imagética), mas também pelo próprio lugar que ocupam na historiografia do estudo das placas de xisto gravadas do Sudoeste peninsular. |
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| Autores principais: | Andrade, Marco António |
| Assunto: | Antas do Monte da Ordem (Avis, Portalegre) Placas votivas Placas de xisto gravadas Sudoeste peninsular Anta Grande do Monte da Ordem (Avis, Portalegre) |
| Ano: | 2016 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | capítulo de livro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | Escavada por Manuel de Mattos Silva em 1892, a «Anta Grande» da Ordem assumiu-se desde logo como paradigma da cultura megalítica alentejana. Em específico em relação às placas votivas, a sua quantidade e qualidade mereceram automaticamente a atenção dos investigadores, tendo sido precisamente utilizadas por José Leite de Vasconcellos nas suas Religiões da Lusitânia (1897) para ilustrar a originalidade destes elementos durante a Pré-História das antigas comunidades camponesas no território português. Este texto apresenta assim a análise as placas votivas recolhidas neste monumento megalítico alentejano, incluindo-a nos vectores de investigação do projecto PLACA-NOSTRA, não só por todas as questões que levantam (em termos de iconografia e imagética), mas também pelo próprio lugar que ocupam na historiografia do estudo das placas de xisto gravadas do Sudoeste peninsular. |
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