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Gestão da informação e do conhecimento, reestruturação organizacional e competitividade

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Resumo:Assiste-se actualmente, a um ritmo crescente de mudança do contexto sócio-económico, para o que contribui, em grande parte, o fenómeno da globalização que contém na sua base importantes mudanças, tecnológicas, políticas, económicas e sociais. À organização piramidal taylorista sucede a estrutura achatada, onde a tradicional divisão do trabalho, imposta pelo modelo clássico, assume novas formas. Transformações que correspondem à integração de tarefas, ao desenvolvimento dos recursos humanos, às novas formas de controlo sobre a produção, à descentralização da responsabilidade pela produção e ao trabalho qualificado em grupo. As novas competências, induzidas por esta evolução, passam pela emergência das tecnologias de informação e comunicação como pilares imprescindíveis desta mudança aliadas a uma lógica de redes que permite a disseminação e a aquisição do conhecimento, propiciando o surgimento das organizações que ensinam e aprendem. Estas novas competências, definem-se como flexíveis e adaptativas, os factores de qualificação alteraram-se e os novos conteúdos passam por uma formação ao longo da vida. Neste contexto, as organizações precisam de estar preparadas para assimilar as mudanças ambientais, minimizando os efeitos negativos, ao mesmo tempo que maximizam os positivos. É nesta conformidade que o presente trabalho tem por objectivo a procura de pistas que permitam desenvolver a tese de que é possível a sobrevivência e a competitividade das organizações no futuro, atravessando as mudanças que se vêm operando no ambiente organizacional. Com o estudo do caso de uma empresa que superou a fase de organização tradicional para se posicionar como uma organização contemporânea, alicerçada numa gestão eficaz e projectada para o futuro, procura enquadrar-se o trabalho em vectores que se consideram fundamentais para a gestão actual: Tecnologias de Informação e Comunicação; Gestão da Informação e do Conhecimento e Reestruturação Organizacional. Hoje a mudança é permanente, implicando a conjunção destes factores, para que a organização desenvolva uma gestão da informação que propicie bases de entendimento e que potenciem as decisões estratégicas tomadas.
Autores principais:Carvalho, Luis Filipe Amorim de Campos
Assunto:Mudança Cultura Organizacional Tecnologias de Informação Redes Formação Organização que Aprende Change Culture Information Technologies Nets Formation Learning organization
Ano:2003
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Assiste-se actualmente, a um ritmo crescente de mudança do contexto sócio-económico, para o que contribui, em grande parte, o fenómeno da globalização que contém na sua base importantes mudanças, tecnológicas, políticas, económicas e sociais. À organização piramidal taylorista sucede a estrutura achatada, onde a tradicional divisão do trabalho, imposta pelo modelo clássico, assume novas formas. Transformações que correspondem à integração de tarefas, ao desenvolvimento dos recursos humanos, às novas formas de controlo sobre a produção, à descentralização da responsabilidade pela produção e ao trabalho qualificado em grupo. As novas competências, induzidas por esta evolução, passam pela emergência das tecnologias de informação e comunicação como pilares imprescindíveis desta mudança aliadas a uma lógica de redes que permite a disseminação e a aquisição do conhecimento, propiciando o surgimento das organizações que ensinam e aprendem. Estas novas competências, definem-se como flexíveis e adaptativas, os factores de qualificação alteraram-se e os novos conteúdos passam por uma formação ao longo da vida. Neste contexto, as organizações precisam de estar preparadas para assimilar as mudanças ambientais, minimizando os efeitos negativos, ao mesmo tempo que maximizam os positivos. É nesta conformidade que o presente trabalho tem por objectivo a procura de pistas que permitam desenvolver a tese de que é possível a sobrevivência e a competitividade das organizações no futuro, atravessando as mudanças que se vêm operando no ambiente organizacional. Com o estudo do caso de uma empresa que superou a fase de organização tradicional para se posicionar como uma organização contemporânea, alicerçada numa gestão eficaz e projectada para o futuro, procura enquadrar-se o trabalho em vectores que se consideram fundamentais para a gestão actual: Tecnologias de Informação e Comunicação; Gestão da Informação e do Conhecimento e Reestruturação Organizacional. Hoje a mudança é permanente, implicando a conjunção destes factores, para que a organização desenvolva uma gestão da informação que propicie bases de entendimento e que potenciem as decisões estratégicas tomadas.