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Monitorização farmacocinética em Oncologia

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O aumento da prevalência de patologias oncológicas em todo o mundo levou a uma crescente procura de alternativas para combater esta doença. Uma vez que os fármacos atualmente utilizados em oncologia, principalmente os citotóxicos, são caracterizados pela sua elevada toxicidade e por elevadas taxas de falência terapêutica, a monitorização farmacocinética nesta área surge então como uma forma de potencializar as terapêuticas já existentes, permitindo aumentar a sua segurança e/ou eficácia. A maioria dos agentes anticancerígenos apresentam características que os torna bons candidatos para a realização de monitorização farmacocinética, como elevada variabilidade e margem terapêutica estreita. Este ajuste de dose com base nas concentrações séricas permite assim que a terapêutica seja então personalizada para cada doente. No entanto, embora esta prática se tenha mostrado tão vantajosa e potencialmente benéfica em alguns fármacos, ainda existem muitas barreiras à sua implementação, como a falta de margens terapêuticas estabelecidas bem como de estudos publicados. Para além disso, relativamente às novas terapêuticas dirigidas, a monitorização farmacocinética parece não acrescentar beneficio terapêutico para certas classes.
Autores principais:Gronito, Rita Alexandra Mealha
Assunto:Monitorização farmacocinética da terapêutica Oncologia Quimioterapia Terapêuticas dirigidas Farmacocinética Mestrado Integrado - 2017
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O aumento da prevalência de patologias oncológicas em todo o mundo levou a uma crescente procura de alternativas para combater esta doença. Uma vez que os fármacos atualmente utilizados em oncologia, principalmente os citotóxicos, são caracterizados pela sua elevada toxicidade e por elevadas taxas de falência terapêutica, a monitorização farmacocinética nesta área surge então como uma forma de potencializar as terapêuticas já existentes, permitindo aumentar a sua segurança e/ou eficácia. A maioria dos agentes anticancerígenos apresentam características que os torna bons candidatos para a realização de monitorização farmacocinética, como elevada variabilidade e margem terapêutica estreita. Este ajuste de dose com base nas concentrações séricas permite assim que a terapêutica seja então personalizada para cada doente. No entanto, embora esta prática se tenha mostrado tão vantajosa e potencialmente benéfica em alguns fármacos, ainda existem muitas barreiras à sua implementação, como a falta de margens terapêuticas estabelecidas bem como de estudos publicados. Para além disso, relativamente às novas terapêuticas dirigidas, a monitorização farmacocinética parece não acrescentar beneficio terapêutico para certas classes.