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O irresistível charme da tradução...: uma antologia de histórias de tradutores

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Detalhes bibliográficos
Resumo:É nosso argumento que as ficções de tradutores e da tradução podem ajudar a formar tradutores e a construir pensamento crítico sobre a tradução, em particular: a compreender o processo tradutivo como evento histórica e culturalmente situado; a distinguir a natureza porosa da actividade tradutória, que dialoga e convoca uma multiplicidade de saberes; a reflectir sobre o lugar do tradutor-intérprete na sociedade e no mundo; a desenvolver, maturar ou ampliar uma (auto)percepção sobre o próprio ofício e sobre expectativas sociais e éticas a respeito do desempenho dos tradutores-intérpretes enquanto mediadores interculturais. Enfim, acreditamos que a literatura, a par de outros discursos de representação ficcional (como o cinema, o teatro, a pintura, a fotografia, entre outros), pode educar, sensibilizar e preparar o futuro profissional da tradução para os desafios de um mundo globalizado e cada vez mais diversificado, multilingue e, claro, digital. Tomando, portanto, como pano de fundo as aventuras e desventuras de tradutores, propõe-se uma variedade de textos que possam ser trabalhados em comparação entre si e em diálogo com outros tipos de discurso sobre a tradução.
Autores principais:Mourinha, Marisa
Outros Autores:Pinto, Marta Pacheco
Assunto:Ficções de tradutores Tradução Conto Poesia
Ano:2023
País:Portugal
Tipo de documento:livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:É nosso argumento que as ficções de tradutores e da tradução podem ajudar a formar tradutores e a construir pensamento crítico sobre a tradução, em particular: a compreender o processo tradutivo como evento histórica e culturalmente situado; a distinguir a natureza porosa da actividade tradutória, que dialoga e convoca uma multiplicidade de saberes; a reflectir sobre o lugar do tradutor-intérprete na sociedade e no mundo; a desenvolver, maturar ou ampliar uma (auto)percepção sobre o próprio ofício e sobre expectativas sociais e éticas a respeito do desempenho dos tradutores-intérpretes enquanto mediadores interculturais. Enfim, acreditamos que a literatura, a par de outros discursos de representação ficcional (como o cinema, o teatro, a pintura, a fotografia, entre outros), pode educar, sensibilizar e preparar o futuro profissional da tradução para os desafios de um mundo globalizado e cada vez mais diversificado, multilingue e, claro, digital. Tomando, portanto, como pano de fundo as aventuras e desventuras de tradutores, propõe-se uma variedade de textos que possam ser trabalhados em comparação entre si e em diálogo com outros tipos de discurso sobre a tradução.