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O jogo infinito do texto: Lispector e a aprendizagem do incerto

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Resumo:Inspirando-se no conceito de rizoma avançado por Deleuze e Guattari no seu projecto Capitalismo e Esquizofrenia (1972-1980), na distinção de R. Barthes entre texte lisible and texte scriptiblee no conceito de “instante” apresentado por G. Bachelard, o presente artigo pretende encetar uma análise aprofundada da obra Água Viva (1973), de Clarice Lispector. Argumentaremos que o romance de Lispector constitui uma ficção experimental que desafia uma linear categorização temática e estilística, apresentando um novo tipo de escrita que opera através daquilo que a escritora portuguesa Maria Gabriela Llansol apelidou contundentemente de cenas-fulgor.
Autores principais:Soeiro, Ricardo Gil
Assunto:Estudos Comparatistas Pós-Humanismo
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa

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