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Edifícios saudáveis. Especificação de materiais e de componentes construtivos para a qualidade do ambiente interior.

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Identifica-se o problema da qualidade do ar interior para a saúde, o conforto e a produtividade. Procede-se, então, à caracterização do leque das potenciais causas de baixa qualidade do ambiente interior, em especial, de poluição do ar interior e demonstra-se a importância da intervenção em fase de projecto, quer na adopção de estratégias arquitectónicas, nomeadamente no arranjo dos espaços contíguos, que não prejudiquem o objectivo da qualidade do ar, quer na especificação dos materiais aplicados em obra; e, no último lugar, também a opção pela estratégia de ventilação mais adequada. Propõe-se, de seguida, uma metodologia de intervenção em fase de projecto que privilegie edifícios menos energívoros e com garantia da acolhida da qualidade do ambiente interior. A metodologia proposta é então aplicada ao caso de estudo. Sem prejuízo de se reconhecer que não se pode ir muito mais além, sublinha-se a importância de uma tal metodologia como via de aproximar o projectista da vida “a prazo” do objecto projectado.
Autores principais:Souza, Paula Cristina Borges de
Assunto:Qualidade do ar interior Conforto higrométrico Eficiencia energética Especificação de materiais Indoor air quality Comfort Energy efficiency Materials specification
Ano:2006
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Identifica-se o problema da qualidade do ar interior para a saúde, o conforto e a produtividade. Procede-se, então, à caracterização do leque das potenciais causas de baixa qualidade do ambiente interior, em especial, de poluição do ar interior e demonstra-se a importância da intervenção em fase de projecto, quer na adopção de estratégias arquitectónicas, nomeadamente no arranjo dos espaços contíguos, que não prejudiquem o objectivo da qualidade do ar, quer na especificação dos materiais aplicados em obra; e, no último lugar, também a opção pela estratégia de ventilação mais adequada. Propõe-se, de seguida, uma metodologia de intervenção em fase de projecto que privilegie edifícios menos energívoros e com garantia da acolhida da qualidade do ambiente interior. A metodologia proposta é então aplicada ao caso de estudo. Sem prejuízo de se reconhecer que não se pode ir muito mais além, sublinha-se a importância de uma tal metodologia como via de aproximar o projectista da vida “a prazo” do objecto projectado.