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O envelhecimento ativo e a depressão

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Introdução: Os idosos, com 65 ou mais anos, representam uma percentagem considerável da população e a previsão é que esta percentagem aumente nos próximos anos. Dado este facto, é necessário pensar, com um especial cuidado, no futuro dos indivíduos desta faixa etária e na sua saúde, que vai evolutivamente sendo comprometida. Assim sendo, realça-se a importância do conceito de envelhecimento ativo, que visa a promoção da manutenção da ação da população idosa, que esta continue a se sentir útil, contribuindo para a economia e para a sociedade, nas diversas vertentes, desde o trabalho remunerado, ao voluntariado, à prestação de cuidados, de forma a melhorar a sua qualidade de vida, proporcionando saúde mental e prevenindo, nomeadamente, a depressão. As perturbações mentais têm uma prevalência elevada entre os idosos, em especial, as perturbações depressivas. Objetivos: Com este trabalho pretende-se reforçar os fatores de risco e a prevenção da depressão no idoso, sendo o objetivo principal esclarecer a hipótese: “O envelhecimento ativo poderá prevenir a depressão na população idosa?”. Métodos: Uma revisão narrativa, com base na pesquisa de artigos publicados na PubMed, desde 2003 até 2021. Conclusões: De facto, vários são os estudos que têm vindo a revelar que um envelhecimento ativo tem um papel positivo na saúde dos indivíduos e até na prevenção da depressão, no entanto, o número destes ainda é escasso e as diferentes variáveis implicadas devem ser tidas em conta, assim como, os distintos termos de inclusão de cada artigo, os variados tipos de envelhecimento ativo existentes e, consequentemente, os desiguais efeitos que estes possam exercer, sendo necessário o aprofundamento desta temática.
Autores principais:Gouveia, Joana Margarida Silva
Assunto:Envelhecimento ativo Depressão Idoso Trabalho Voluntariado Psiquiatria
Ano:2022
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Introdução: Os idosos, com 65 ou mais anos, representam uma percentagem considerável da população e a previsão é que esta percentagem aumente nos próximos anos. Dado este facto, é necessário pensar, com um especial cuidado, no futuro dos indivíduos desta faixa etária e na sua saúde, que vai evolutivamente sendo comprometida. Assim sendo, realça-se a importância do conceito de envelhecimento ativo, que visa a promoção da manutenção da ação da população idosa, que esta continue a se sentir útil, contribuindo para a economia e para a sociedade, nas diversas vertentes, desde o trabalho remunerado, ao voluntariado, à prestação de cuidados, de forma a melhorar a sua qualidade de vida, proporcionando saúde mental e prevenindo, nomeadamente, a depressão. As perturbações mentais têm uma prevalência elevada entre os idosos, em especial, as perturbações depressivas. Objetivos: Com este trabalho pretende-se reforçar os fatores de risco e a prevenção da depressão no idoso, sendo o objetivo principal esclarecer a hipótese: “O envelhecimento ativo poderá prevenir a depressão na população idosa?”. Métodos: Uma revisão narrativa, com base na pesquisa de artigos publicados na PubMed, desde 2003 até 2021. Conclusões: De facto, vários são os estudos que têm vindo a revelar que um envelhecimento ativo tem um papel positivo na saúde dos indivíduos e até na prevenção da depressão, no entanto, o número destes ainda é escasso e as diferentes variáveis implicadas devem ser tidas em conta, assim como, os distintos termos de inclusão de cada artigo, os variados tipos de envelhecimento ativo existentes e, consequentemente, os desiguais efeitos que estes possam exercer, sendo necessário o aprofundamento desta temática.