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Construir no construído. Interstícios urbanos-lugares em suspenso

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente investigação, intitulada Construir no Construído: Interstícios Urbanos – Lugares em Suspenso, pretende tanto na sua componente teórica como prática explorar o vazio urbano enquanto entidade de grande interesse e potencial para uma estratégia de densificação urbana. A opção pela (re)densificação resulta da reflexão acerca das consequências que as alterações da estrutura morfológica da cidade no século XX provocaram no quotidiano urbano, traduzindo-se em dispersão, descentralização e suburbanização, em simultâneo com a redescoberta das vantagens e qualidades da cidade densa e compacta, formalizada no passado pela malha na cidade tradicional. Neste contexto, vazios urbanos e espaços intersticiais surgem como o lugar das oportunidades para efectivar essa estratégia, e assumem-se capazes de estimular a vitalidade dos centros urbanos e reconquistar determinadas dimensões de qualidade de vida entretanto perdidas e desvirtuadas. Estes princípios e intenções são sistematizados numa proposta de intervenção de reabilitação e revitalização para o quarteirão do Hospital do Desterro, situado numa área consolidada de Lisboa, na colina de Sant’Ana, com a implementação de um programa funcional misto.
Autores principais:Silva, Maria Inês Pires da
Assunto:Cidade compacta Densificação Reabilitação urbano Revitalização urbana Vazio urbano Interstício urbano Compact sity Densification Urban rehabilitation Urban revitalization Urban void Urban interstice
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A presente investigação, intitulada Construir no Construído: Interstícios Urbanos – Lugares em Suspenso, pretende tanto na sua componente teórica como prática explorar o vazio urbano enquanto entidade de grande interesse e potencial para uma estratégia de densificação urbana. A opção pela (re)densificação resulta da reflexão acerca das consequências que as alterações da estrutura morfológica da cidade no século XX provocaram no quotidiano urbano, traduzindo-se em dispersão, descentralização e suburbanização, em simultâneo com a redescoberta das vantagens e qualidades da cidade densa e compacta, formalizada no passado pela malha na cidade tradicional. Neste contexto, vazios urbanos e espaços intersticiais surgem como o lugar das oportunidades para efectivar essa estratégia, e assumem-se capazes de estimular a vitalidade dos centros urbanos e reconquistar determinadas dimensões de qualidade de vida entretanto perdidas e desvirtuadas. Estes princípios e intenções são sistematizados numa proposta de intervenção de reabilitação e revitalização para o quarteirão do Hospital do Desterro, situado numa área consolidada de Lisboa, na colina de Sant’Ana, com a implementação de um programa funcional misto.