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Confluências comparatistas: vozes e mundos em diálogo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Contra os muros do ódio, da intolerância e da uniformização avassaladora do pensamento, este livro, intitulado Confluências Comparatistas: Vozes e Mundos em Diálogo, celebra a constituição de uma comunidade de jovens estudiosos que se debruçam sobre a Literatura Comparada como saber transversal, aberto à diferença e à diversidade na ótica de reconhecimento, entendimento e respeito pelo Outro na sua singularidade. Contra a desvalorização das Humanidades, esta publicação combate a homogeneização das práticas da aldeia global e dá voz à pluralidade literária e à complexidade dos contextos culturais e das especificidades dos povos num sonho utópico de interação, diálogo e harmonia. Além disso, constrói também a metáfora do ritual de passagem, norteada pela viagem formativa de transcendência. Ao publicar os seus estudos, os jovens investigadores concluem uma fase do seu percurso de aprendizagem e integram-se no mundo interrogante do Comparatismo, pautado pelo diálogo incessante de textos, culturas e cosmovisões, para além das fronteiras linguísticas, culturais, geográficas e políticas.
Autores principais:Moniz, Ana Isabel
Outros Autores:Martins, Celina; Coelho, Leonor Martins; Jubilado, Odete; Fonseca, Rui Carlos
Assunto:Estudos Comparatistas
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:livro
Tipo de acesso:acesso embargado
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Contra os muros do ódio, da intolerância e da uniformização avassaladora do pensamento, este livro, intitulado Confluências Comparatistas: Vozes e Mundos em Diálogo, celebra a constituição de uma comunidade de jovens estudiosos que se debruçam sobre a Literatura Comparada como saber transversal, aberto à diferença e à diversidade na ótica de reconhecimento, entendimento e respeito pelo Outro na sua singularidade. Contra a desvalorização das Humanidades, esta publicação combate a homogeneização das práticas da aldeia global e dá voz à pluralidade literária e à complexidade dos contextos culturais e das especificidades dos povos num sonho utópico de interação, diálogo e harmonia. Além disso, constrói também a metáfora do ritual de passagem, norteada pela viagem formativa de transcendência. Ao publicar os seus estudos, os jovens investigadores concluem uma fase do seu percurso de aprendizagem e integram-se no mundo interrogante do Comparatismo, pautado pelo diálogo incessante de textos, culturas e cosmovisões, para além das fronteiras linguísticas, culturais, geográficas e políticas.