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Salto de uma plataforma para o solo : perceção de altura máxima e altura real de salto em crianças.

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente estudo examinou a influência da idade, do sexo, de variáveis morfológicas, do local de observação e da competência motora na perceção e ação numa tarefa de salto de uma plataforma para o solo. Foi pedido a 91 crianças dos 5 aos 10 anos (M=8.23 anos; DP=1.44 anos), que estimassem a sua altura máxima de salto antes desta ser determinada. Os resultados indicaram que: (i) a altura máxima de salto foi sobrestimada a partir da base e subestimada a partir do topo; (ii) crianças com melhor competência motora revelaram maior percentagem de acertos na estimativa a partir da base; (iii) a magnitude do erro na base foi principalmente influenciada pela idade e pela competência motora, não se verificando influências significativas das variáveis testadas na magnitude do erro a partir do topo; (iv) a altura máxima de salto foi principalmente explicada pela idade; (v) a altura sentado e o sexo foram as principais preditoras da estimativa a partir da base e a idade foi a principal preditora na estimativa a partir do topo. Este estudo é enquadrado numa abordagem ecológica ao risco, pretendendo contribuir o melhor conhecimento sobre a perceção e ação das crianças em situações de risco.
Autores principais:Pascoal, Joana Isabel Claro
Assunto:Altura de salto para o solo Competência motora Crianças Local de observação Magnitude de erro Perceção Tendência de erro Variáveis morfológicas Children Drop jump height Morphological variables Motor competence Perception Point of observation
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O presente estudo examinou a influência da idade, do sexo, de variáveis morfológicas, do local de observação e da competência motora na perceção e ação numa tarefa de salto de uma plataforma para o solo. Foi pedido a 91 crianças dos 5 aos 10 anos (M=8.23 anos; DP=1.44 anos), que estimassem a sua altura máxima de salto antes desta ser determinada. Os resultados indicaram que: (i) a altura máxima de salto foi sobrestimada a partir da base e subestimada a partir do topo; (ii) crianças com melhor competência motora revelaram maior percentagem de acertos na estimativa a partir da base; (iii) a magnitude do erro na base foi principalmente influenciada pela idade e pela competência motora, não se verificando influências significativas das variáveis testadas na magnitude do erro a partir do topo; (iv) a altura máxima de salto foi principalmente explicada pela idade; (v) a altura sentado e o sexo foram as principais preditoras da estimativa a partir da base e a idade foi a principal preditora na estimativa a partir do topo. Este estudo é enquadrado numa abordagem ecológica ao risco, pretendendo contribuir o melhor conhecimento sobre a perceção e ação das crianças em situações de risco.