Publicação

Ecologias. para um reforço da estrutura ecológica urbana

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:O desafio da Tarefa 3 Biodiversidade e interações humanos/ não-humanos consistiu em caracterizar a composição florística dos espaços vacantes nas quatro cidades em estudo - Lisboa e Barreiro, na Área Metropolitana de Lisboa (AML), e Guimarães e Vizela, na Comunidade Intermunicipal do Ave (AVE) - com base nos dados obtidos nas tarefas anteriores sobre a identificação e quantificação dos espaços urbanos abandonados não edificados, classificados de acordo com as tipologias consideradas: ruínas, logradouros de ruínas e terrenos vacantes. O conhecimento desta diversidade florística permite compreender a importância destes espaços e qualificar a sua composição em diferentes áreas geográficas do país. Foi também possível reconhecer o potencial destes espaços urbanos como contributo para os serviços de ecossistema, eventualmente valorizando o seu desempenho funcional, ecológico, paisagístico e estético. Estes locais podem constituir um reforço para a estrutura ecológica urbana, em complemento aos espaços verdes das cidades, valorizando e conservando a biodiversidade, promovendo a resiliência urbana e mitigando riscos.
Autores principais:Soares, A.L.
Outros Autores:Portela-Pereira, Estevão; Talhé Azambuja, Sónia
Assunto:Biodiversidade Ecologia urbana Resiliência urbana
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O desafio da Tarefa 3 Biodiversidade e interações humanos/ não-humanos consistiu em caracterizar a composição florística dos espaços vacantes nas quatro cidades em estudo - Lisboa e Barreiro, na Área Metropolitana de Lisboa (AML), e Guimarães e Vizela, na Comunidade Intermunicipal do Ave (AVE) - com base nos dados obtidos nas tarefas anteriores sobre a identificação e quantificação dos espaços urbanos abandonados não edificados, classificados de acordo com as tipologias consideradas: ruínas, logradouros de ruínas e terrenos vacantes. O conhecimento desta diversidade florística permite compreender a importância destes espaços e qualificar a sua composição em diferentes áreas geográficas do país. Foi também possível reconhecer o potencial destes espaços urbanos como contributo para os serviços de ecossistema, eventualmente valorizando o seu desempenho funcional, ecológico, paisagístico e estético. Estes locais podem constituir um reforço para a estrutura ecológica urbana, em complemento aos espaços verdes das cidades, valorizando e conservando a biodiversidade, promovendo a resiliência urbana e mitigando riscos.