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A demonstração matemática no 8.º ano no contexto de utilização do Geometer’s Sketchpad

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este artigo baseia-se num estudo que pretendia estudar a capacidade de demonstração matemática de alunos do 8.º ano de escolaridade, num contexto de utilização do software Geometer´s Sketchpad. A metodologia de natureza qualitativa interpretativa recorre a estudos de caso. A recolha de dados serve-se da observação com registo áudio e vídeo de aulas, de entrevistas semi-estruturadas gravadas em áudio, de documentos produzidos pelos alunos e do diário de bordo da investigadora. A análise baseia-se em categorias definidas a posteriori, orientada pelas questões do estudo e pelo quadro de referência teórico. Na formulação e teste de conjecturas, os alunos recorrem ao raciocínio por analogia e à observação de invariantes. Identificam como funções da demonstração, a validação, a explicação, o desafio intelectual e a compreensão do seu significado. No final do estudo, a demonstração surge-lhes como algo que valida o conhecimento matemático não só para si, mas também para a comunidade sala de aula. Apresentam dificuldades na realização das demonstrações, nomeadamente em saber que resultados usar e na sua redacção (aspecto mais problemático até ao final). As demonstrações realizadas apelam ao método directo e ao contra-exemplo. A sua aceitação depende de todos os elementos presentes na comunidade sala de aula.
Autores principais:Machado, Sílvia
Outros Autores:Santos, Leonor
Assunto:Aprendizagem Formulação de conjecturas Teste de conjecturas Demonstração matemática Geometer´s Sketchpad
Ano:2011
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Este artigo baseia-se num estudo que pretendia estudar a capacidade de demonstração matemática de alunos do 8.º ano de escolaridade, num contexto de utilização do software Geometer´s Sketchpad. A metodologia de natureza qualitativa interpretativa recorre a estudos de caso. A recolha de dados serve-se da observação com registo áudio e vídeo de aulas, de entrevistas semi-estruturadas gravadas em áudio, de documentos produzidos pelos alunos e do diário de bordo da investigadora. A análise baseia-se em categorias definidas a posteriori, orientada pelas questões do estudo e pelo quadro de referência teórico. Na formulação e teste de conjecturas, os alunos recorrem ao raciocínio por analogia e à observação de invariantes. Identificam como funções da demonstração, a validação, a explicação, o desafio intelectual e a compreensão do seu significado. No final do estudo, a demonstração surge-lhes como algo que valida o conhecimento matemático não só para si, mas também para a comunidade sala de aula. Apresentam dificuldades na realização das demonstrações, nomeadamente em saber que resultados usar e na sua redacção (aspecto mais problemático até ao final). As demonstrações realizadas apelam ao método directo e ao contra-exemplo. A sua aceitação depende de todos os elementos presentes na comunidade sala de aula.