Publicação

A Geo-estratégia do Afeganistão, as operações de segurança e estabilização

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:RESUMO Esta dissertação procurou desenvolver uma análise da Geo-estratégia do Afeganistão em articulação com as operações de Segurança e Estabilização em curso na região. Na pergunta de partida, procuraram-se respostas para a seguinte questão: “Sendo o Afeganistão um dos países mais pobres do mundo, em que medida a sua posição geoestratégica e as condições socio-económicas e culturais condicionam a segurança e a paz mundiais?” Das várias hipóteses formuladas, confirmou-se que o Afeganistão se tem apresentado como um Estado falhado, dominado por convulsões de origem interna/externa, não cumprindo as funções básicas associadas à sua existência. Não foi possível confirmar com segurança, se o Afeganistão continua a ser uma ameaça à segurança e paz mundiais, e se essa, é a razão pela qual a Sociedade Internacional continua a investir em operações de “Peace-enforcement” e “Peace-building”. Mas consideramos ter sido possível confirmar que a intervenção no Afeganistão, para além das operações de “Peace-enforcement” e “Peace-building”, é também uma via para potenciar interesses geo-estratégicos de natureza económica (sobretudo se a pacificação vier a ser um êxito). Finalmente, confirmou-se, que Portugal está empenhado em manter um papel activo junto das organizações internacionais se atendermos às missões em que está envolvido e ao número de efectivos além-fronteiras.
Autores principais:Bonifácio, Carlos Manuel
Assunto:Afeganistão Geo-estratégia Operações of "Peace-enforcement" e " Peacebuilding Portugal
Ano:2014
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:RESUMO Esta dissertação procurou desenvolver uma análise da Geo-estratégia do Afeganistão em articulação com as operações de Segurança e Estabilização em curso na região. Na pergunta de partida, procuraram-se respostas para a seguinte questão: “Sendo o Afeganistão um dos países mais pobres do mundo, em que medida a sua posição geoestratégica e as condições socio-económicas e culturais condicionam a segurança e a paz mundiais?” Das várias hipóteses formuladas, confirmou-se que o Afeganistão se tem apresentado como um Estado falhado, dominado por convulsões de origem interna/externa, não cumprindo as funções básicas associadas à sua existência. Não foi possível confirmar com segurança, se o Afeganistão continua a ser uma ameaça à segurança e paz mundiais, e se essa, é a razão pela qual a Sociedade Internacional continua a investir em operações de “Peace-enforcement” e “Peace-building”. Mas consideramos ter sido possível confirmar que a intervenção no Afeganistão, para além das operações de “Peace-enforcement” e “Peace-building”, é também uma via para potenciar interesses geo-estratégicos de natureza económica (sobretudo se a pacificação vier a ser um êxito). Finalmente, confirmou-se, que Portugal está empenhado em manter um papel activo junto das organizações internacionais se atendermos às missões em que está envolvido e ao número de efectivos além-fronteiras.