Publicação
Farmacologia das doenças inflamatórias intestinais
| Resumo: | A doença inflamatória intestinal é uma doença inflamatória crónica do trato GI, que se pode manifestar através da Doença de Crohn ou da Colite Ulcerativa. Nas últimas décadas a incidência desta doença tem vido a aumentar em todo o mundo, razão pela qual a DC e CU sejam consideradas como potenciais problemas de saúde. Embora a etiologia e patogénese permaneçam desconhecidas, pensa-se, no entanto, que esta doença possa resultar da combinação de vários fatores, como os fatores ambientais, microbiológicos e imunológicos, em indivíduos geneticamente suscetíveis. Apesar das terapêuticas convencionais, que incluem os aminossalicilatos e corticosteróides, continuarem a ser amplamente utilizadas, os dados recentes sobre a sua eficácia na manutenção da doença são um pouco contraditórios. Neste sentido, o desenvolvimento de novos fármacos, como os agentes biológicos, têm ganho uma importância cada vez maior, pois têm contribuído para uma melhoria significativa da qualidade de vida dos doentes com DII moderada a grave. Neste sentido, este trabalho visa assim realizar uma revisão bibliográfica das terapêuticas atualmente utilizadas no tratamento desta patologia, sem esquecer de alguns dos novos fármacos em estudo, que se apresentam como uma opção promissora para melhorar o curso da doença. |
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| Autores principais: | Gonçalves, Melissa Alexandra Biléu |
| Assunto: | Mestrado Integrado - 2015 Doença inflamatória intestinal Etiologias Patogénese Tratamento |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A doença inflamatória intestinal é uma doença inflamatória crónica do trato GI, que se pode manifestar através da Doença de Crohn ou da Colite Ulcerativa. Nas últimas décadas a incidência desta doença tem vido a aumentar em todo o mundo, razão pela qual a DC e CU sejam consideradas como potenciais problemas de saúde. Embora a etiologia e patogénese permaneçam desconhecidas, pensa-se, no entanto, que esta doença possa resultar da combinação de vários fatores, como os fatores ambientais, microbiológicos e imunológicos, em indivíduos geneticamente suscetíveis. Apesar das terapêuticas convencionais, que incluem os aminossalicilatos e corticosteróides, continuarem a ser amplamente utilizadas, os dados recentes sobre a sua eficácia na manutenção da doença são um pouco contraditórios. Neste sentido, o desenvolvimento de novos fármacos, como os agentes biológicos, têm ganho uma importância cada vez maior, pois têm contribuído para uma melhoria significativa da qualidade de vida dos doentes com DII moderada a grave. Neste sentido, este trabalho visa assim realizar uma revisão bibliográfica das terapêuticas atualmente utilizadas no tratamento desta patologia, sem esquecer de alguns dos novos fármacos em estudo, que se apresentam como uma opção promissora para melhorar o curso da doença. |
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