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Planeamento Estratégico e de Forças em Portugal: Análise, Colaboração e Possíveis Contributos de Melhoria

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Resumo:O presente documento discorre sobre o estágio curricular realizado no âmbito do Mestrado em Estratégia, lecionado no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade de Lisboa (UL). O estágio decorreu na Repartição de Planeamento de Forças (RPF) da Divisão de Planeamento Estratégico Militar (DIPLAEM) do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) durante um período de 15 meses. O trabalho de observação e de colaboração com a RPF objetivou estudar o desenvolvimento do Planeamento Estratégico e de Forças em Portugal concretamente os dois processos que o compõem: o Ciclo de Planeamento de Defesa Militar (CPDM) e o Processo de Planeamento de Forças Nacionais Destacadas (FND). Importará, assim, dedicar um breve tópico à caracterização da RPF, de modo a enquadrar o leitor no contexto organizacional em que o estágio sucedeu. Os dois processos foram observados de acordo com os modelos de planeamento estratégico e de forças e trabalhados, sempre que justificável, com recurso às metodologias e ferramentas estratégicas, assumindo-se elementar elaborar dois capítulos destinados a ambas as matérias. Resultante das atividades de estágio, igualmente descritas neste relatório, apresentamos os contributos de melhoria para o planeamento estratégico e de forças, propostos à RPF/DIPLAEM. Isto porque, a par do desenvolvimento de competências académicas e profissionais, assumimos um compromisso com a DIPLAEM/EMGFA, no sentido de colaborar para o alcance da missão definida na Diretiva Estratégica do Estado - Maior - General das Forças Armadas (DEEMGFA): “Garantir a defesa militar da República, contribuir para a segurança nacional e internacional e apoiar o desenvolvimento e o bem-estar das populações”.
Autores principais:Caetano, Jéssica Cristina Alves
Assunto:Estratégia Militar Planeamento de Forças Ciclo de Planeamento de Defesa Militar Processo de Planeamento de Forças Nacionais Destacadas Military strategy Force Planning Military Defense Planning Cycle Deployed National Forces Planning Process
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O presente documento discorre sobre o estágio curricular realizado no âmbito do Mestrado em Estratégia, lecionado no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) da Universidade de Lisboa (UL). O estágio decorreu na Repartição de Planeamento de Forças (RPF) da Divisão de Planeamento Estratégico Militar (DIPLAEM) do Estado-Maior-General das Forças Armadas (EMGFA) durante um período de 15 meses. O trabalho de observação e de colaboração com a RPF objetivou estudar o desenvolvimento do Planeamento Estratégico e de Forças em Portugal concretamente os dois processos que o compõem: o Ciclo de Planeamento de Defesa Militar (CPDM) e o Processo de Planeamento de Forças Nacionais Destacadas (FND). Importará, assim, dedicar um breve tópico à caracterização da RPF, de modo a enquadrar o leitor no contexto organizacional em que o estágio sucedeu. Os dois processos foram observados de acordo com os modelos de planeamento estratégico e de forças e trabalhados, sempre que justificável, com recurso às metodologias e ferramentas estratégicas, assumindo-se elementar elaborar dois capítulos destinados a ambas as matérias. Resultante das atividades de estágio, igualmente descritas neste relatório, apresentamos os contributos de melhoria para o planeamento estratégico e de forças, propostos à RPF/DIPLAEM. Isto porque, a par do desenvolvimento de competências académicas e profissionais, assumimos um compromisso com a DIPLAEM/EMGFA, no sentido de colaborar para o alcance da missão definida na Diretiva Estratégica do Estado - Maior - General das Forças Armadas (DEEMGFA): “Garantir a defesa militar da República, contribuir para a segurança nacional e internacional e apoiar o desenvolvimento e o bem-estar das populações”.