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Estabilidade cromática das resinas compostas após a polimerização

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Resumo:Objetivo: Investigar a estabilidade cromática de 7 resinas compostas, nas cores A1, A2 e A3, antes e após a polimerização, e se a variação cromática é dependente do tipo de resina e cor utilizada. Materiais e métodos: Foram preparados 5 discos de resina composta com 8 mm de diâmetro e 2 mm de espessura, em 3 cores diferentes (A1,A2,A3) a partir de 7 marcas comerciais: 3 resinas microhíbridas (Aelite All-Purpose Body, Bisco; Herculite HRV, Kerr; Point 4, Kerr), 3 resinas nanohíbridas (Enamel HRi, Miscerium; GrandiOso, Voco; Premise, Kerr) e 1 resina nanoparticulada (Filtek Supreme XT, 3M ESPE). As medições da cor foram realizadas com um espectrofotómetro de contacto (VITA EasyShade), de acordo com o sistema CIE L*a*b. As medições foram realizadas antes e imediatamente após a polimerização, permitindo calcular a variação de cor (ΔE). Valores ΔE ≥ 3,7 foram considerados como clinicamente inaceitáveis. Os resultados obtidos foram analisados usando a análise de variância fatorial (ANOVA) e testes post-hoc Scheffe e Bonferroni. Um nível de significância de 0,01 foi utilizado em todos os testes. Resultados: De acordo com os tipos de resina, a amplitude de valores de ΔE após a polimerização foi de 2,28 – 15,01 para as resinas microhíbridas, 0,00 – 15,82 para as resinas nanohíbridas e 5,68 – 10,71 para as resinas nanoparticuladas. De acordo com a cor utilizada, a amplitude de valores de ΔE foi de 0,00 – 15,82 para amostras A1, 3,80 – 15,01 para amostras A2 e 2,28 – 14,37 para amostras A3. A análise de variância fatorial (ANOVA) e testes post-hoc mostram existirem diferenças estatisticamente significativas de ΔE entre as resinas nanohíbridas e nanoparticuladas. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas de ΔE entre as cores A1,A2 e A3.Conclusões: Todos os materiais utilizados exibiram alterações de cor clinicamente inaceitáveis (ΔE ≥ 3,7). As alterações de cor foram dependentes do material mas não da cor utilizada.
Autores principais:Torres, Ana Rita Alves
Assunto:Materiais dentários - resinas Teses de mestrado - 2013
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Objetivo: Investigar a estabilidade cromática de 7 resinas compostas, nas cores A1, A2 e A3, antes e após a polimerização, e se a variação cromática é dependente do tipo de resina e cor utilizada. Materiais e métodos: Foram preparados 5 discos de resina composta com 8 mm de diâmetro e 2 mm de espessura, em 3 cores diferentes (A1,A2,A3) a partir de 7 marcas comerciais: 3 resinas microhíbridas (Aelite All-Purpose Body, Bisco; Herculite HRV, Kerr; Point 4, Kerr), 3 resinas nanohíbridas (Enamel HRi, Miscerium; GrandiOso, Voco; Premise, Kerr) e 1 resina nanoparticulada (Filtek Supreme XT, 3M ESPE). As medições da cor foram realizadas com um espectrofotómetro de contacto (VITA EasyShade), de acordo com o sistema CIE L*a*b. As medições foram realizadas antes e imediatamente após a polimerização, permitindo calcular a variação de cor (ΔE). Valores ΔE ≥ 3,7 foram considerados como clinicamente inaceitáveis. Os resultados obtidos foram analisados usando a análise de variância fatorial (ANOVA) e testes post-hoc Scheffe e Bonferroni. Um nível de significância de 0,01 foi utilizado em todos os testes. Resultados: De acordo com os tipos de resina, a amplitude de valores de ΔE após a polimerização foi de 2,28 – 15,01 para as resinas microhíbridas, 0,00 – 15,82 para as resinas nanohíbridas e 5,68 – 10,71 para as resinas nanoparticuladas. De acordo com a cor utilizada, a amplitude de valores de ΔE foi de 0,00 – 15,82 para amostras A1, 3,80 – 15,01 para amostras A2 e 2,28 – 14,37 para amostras A3. A análise de variância fatorial (ANOVA) e testes post-hoc mostram existirem diferenças estatisticamente significativas de ΔE entre as resinas nanohíbridas e nanoparticuladas. Não foram encontradas diferenças estatisticamente significativas de ΔE entre as cores A1,A2 e A3.Conclusões: Todos os materiais utilizados exibiram alterações de cor clinicamente inaceitáveis (ΔE ≥ 3,7). As alterações de cor foram dependentes do material mas não da cor utilizada.