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Política de gestão do medicamento no sistema de saúde português - inovação vs sustentabilidade

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A inovação, em todos os processos de saúde, é reconhecida no mundo como uma forma de melhorar a resposta e o estado de saúde da população. Estes processos funcionam como motores do desenvolvimento, mas, no caso particular do sector do medicamento, podem pôr em risco a sustentabilidade dos sistemas públicos devido aos elevados custos. Neste artigo, se realiza um estudo do caso da reforma do sector do medicamento em Portugal com o objetivo avaliar se as medidas de gestão implementadas no sector do medicamento permitiram uma redução dos custos, sem restringir o acesso e promovendo em simultâneo a inovação farmaceutica. Como resultado da análise, verificou-se que a inovação não influenciou os custos globais com o medicamento e que o acesso melhorou, sem colocar em risco a sustentabilidade do Sistema Nacional de Saúde (SNS).
Autores principais:Nunes, Alexandre Morais
Outros Autores:Matos, Andreia Afonso De
Assunto:Inovação; processos; sustentabilidade; austeridade; medicamento.
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A inovação, em todos os processos de saúde, é reconhecida no mundo como uma forma de melhorar a resposta e o estado de saúde da população. Estes processos funcionam como motores do desenvolvimento, mas, no caso particular do sector do medicamento, podem pôr em risco a sustentabilidade dos sistemas públicos devido aos elevados custos. Neste artigo, se realiza um estudo do caso da reforma do sector do medicamento em Portugal com o objetivo avaliar se as medidas de gestão implementadas no sector do medicamento permitiram uma redução dos custos, sem restringir o acesso e promovendo em simultâneo a inovação farmaceutica. Como resultado da análise, verificou-se que a inovação não influenciou os custos globais com o medicamento e que o acesso melhorou, sem colocar em risco a sustentabilidade do Sistema Nacional de Saúde (SNS).