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Canhões da memória

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Resumo:As Baterias Militares da Lage e das Fontaínhas foram construídas no século XIX e XX, respectivamente, sobre a praia de Santo Amaro de Oeiras, situando-se a Oeste da Vila de Oeiras. Estes conjuntos foram construídos para proteger a cidade de Lisboa, fazendo parte de um complexo Sistema defensivo que contribuía para a defesa da Barra do Tejo. Atualmente, a Bateria da Lage é dirigida e ocupada pela Associação dos Comandos, que tem conseguido manter o edifício da bateria em bom estado. A Bateria das Fontaínhas encontra-se em funcionamento como um conjunto de casas de abrigo, ou campismo de habitação, dirigida por um grupo de residentes, que apesar do grande esforço desenvolvido para manter o edifício em boas condições, não tem sido bem sucedido, uma vez que o edifício se encontra degradado e em mau estado de conservação. Este vazio de dimensão considerável que alberga um dos melhores miradouros para a linha de água, torna-se numa oportunidade de criar uma nova centralidade para a população local. Tendo Portugal, e em particular o concelho de Oeiras, uma taxa de envelhecimento elevada, cresce a vontade de perceber como a arquitetura pode ajudar nestes processos de requalificação de preexistências. A criação de novos espaços públicos e de convívio podem ser um núcleo dinamizador da cidade, conseguindo agrupar diversas atividades e pessoas. Seleccionam-se como caso de estudo as Baterias da Lage e Fontaínhas para a sua reabilitação e por sua vez para implementação de um espaço público de carácter intergeracional.
Autores principais:Aurélio, Sofia Carvalho
Assunto:Arquitetura militar Baterias Reabilitação Relação intergeracional Oeiras Military architecture Batteries Rehabilitation Intergenerational relationship
Ano:2019
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:As Baterias Militares da Lage e das Fontaínhas foram construídas no século XIX e XX, respectivamente, sobre a praia de Santo Amaro de Oeiras, situando-se a Oeste da Vila de Oeiras. Estes conjuntos foram construídos para proteger a cidade de Lisboa, fazendo parte de um complexo Sistema defensivo que contribuía para a defesa da Barra do Tejo. Atualmente, a Bateria da Lage é dirigida e ocupada pela Associação dos Comandos, que tem conseguido manter o edifício da bateria em bom estado. A Bateria das Fontaínhas encontra-se em funcionamento como um conjunto de casas de abrigo, ou campismo de habitação, dirigida por um grupo de residentes, que apesar do grande esforço desenvolvido para manter o edifício em boas condições, não tem sido bem sucedido, uma vez que o edifício se encontra degradado e em mau estado de conservação. Este vazio de dimensão considerável que alberga um dos melhores miradouros para a linha de água, torna-se numa oportunidade de criar uma nova centralidade para a população local. Tendo Portugal, e em particular o concelho de Oeiras, uma taxa de envelhecimento elevada, cresce a vontade de perceber como a arquitetura pode ajudar nestes processos de requalificação de preexistências. A criação de novos espaços públicos e de convívio podem ser um núcleo dinamizador da cidade, conseguindo agrupar diversas atividades e pessoas. Seleccionam-se como caso de estudo as Baterias da Lage e Fontaínhas para a sua reabilitação e por sua vez para implementação de um espaço público de carácter intergeracional.