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Uma visão sobre uma forma de retenção de clientes nos seguros automóveis

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Detalhes bibliográficos
Resumo:São vários os fatores que contribuem para o crescimento de uma companhia de seguros, nomeadamen-te, os critérios de avaliação interno para um bom saneamento de carteira e uma forte base de fideliza-ção dos seus clientes. No crescimento de uma companhia de seguros é tão importante existir um bom saneamento como também uma boa fidelização dos clientes. Uma vez que são estes clientes que vão dar à companhia de seguros estabilidade. O sucesso dos seguros baseia-se no conceito de mutualização de risco, isto é, redistribuição do risco por um conjunto de pessoas, neste caso, pelo conjunto da carteira de apólices em vigor. Logo para a sobrevivência de uma companhia de seguros é essencial eliminar o risco (saneamento) e aumentar a carteira de apólices por onde se redistribuir o mesmo. Diminuindo assim a responsabilidade que recai diretamente sobre a companhia de seguros. Numa primeira fase é feita uma avaliação à carteira relativamente ao tempo de apólice segura. Esta avaliação foi feita em três níveis: na carteira em geral, nas apólices de colaboradores e nas apólices de não colaboradores. Com estes três níveis analisou-se a evolução da carteira em termos de crescimento da mesma, de taxa de anulação e de número de apólices criadas anualmente, onde se detetou uma fraca retenção de clientes. De seguida procurou-se acompanhar a proporção de anulação das apólices a partir do ano de criação das mesmas. Através desta análise tem-se uma noção da evolução das apólices anuladas. Mais uma vez se prova que a não retenção de clientes é um problema. Numa segunda fase desenvolve-se um modelo que quantifica a probabilidade de uma apólice anular através do modelo de regressão logística. O que se pretende é resolver os problemas identificados inicialmente. Através da aplicação de descon-tos para as apólices com maior probabilidade de anular e agravamentos em caso contrário. Por fim é feita uma análise descritiva em termos de sinistralidade, características da apólice e do to-mador de seguro para se “conhecer” melhor a carteira que está a ser estudada. Terminando com uma aplicação prática dos resultados anteriores.
Autores principais:Marreiros, Beatriz Ferraz
Assunto:Seguro automóvel Probabilidade Modelo de regressão logística Sinistralidade Retenção Trabalhos de projeto de mestrado - 2017
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:São vários os fatores que contribuem para o crescimento de uma companhia de seguros, nomeadamen-te, os critérios de avaliação interno para um bom saneamento de carteira e uma forte base de fideliza-ção dos seus clientes. No crescimento de uma companhia de seguros é tão importante existir um bom saneamento como também uma boa fidelização dos clientes. Uma vez que são estes clientes que vão dar à companhia de seguros estabilidade. O sucesso dos seguros baseia-se no conceito de mutualização de risco, isto é, redistribuição do risco por um conjunto de pessoas, neste caso, pelo conjunto da carteira de apólices em vigor. Logo para a sobrevivência de uma companhia de seguros é essencial eliminar o risco (saneamento) e aumentar a carteira de apólices por onde se redistribuir o mesmo. Diminuindo assim a responsabilidade que recai diretamente sobre a companhia de seguros. Numa primeira fase é feita uma avaliação à carteira relativamente ao tempo de apólice segura. Esta avaliação foi feita em três níveis: na carteira em geral, nas apólices de colaboradores e nas apólices de não colaboradores. Com estes três níveis analisou-se a evolução da carteira em termos de crescimento da mesma, de taxa de anulação e de número de apólices criadas anualmente, onde se detetou uma fraca retenção de clientes. De seguida procurou-se acompanhar a proporção de anulação das apólices a partir do ano de criação das mesmas. Através desta análise tem-se uma noção da evolução das apólices anuladas. Mais uma vez se prova que a não retenção de clientes é um problema. Numa segunda fase desenvolve-se um modelo que quantifica a probabilidade de uma apólice anular através do modelo de regressão logística. O que se pretende é resolver os problemas identificados inicialmente. Através da aplicação de descon-tos para as apólices com maior probabilidade de anular e agravamentos em caso contrário. Por fim é feita uma análise descritiva em termos de sinistralidade, características da apólice e do to-mador de seguro para se “conhecer” melhor a carteira que está a ser estudada. Terminando com uma aplicação prática dos resultados anteriores.