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De ponto em ponto : histórias de envelhecimento ativo que encantam
| Resumo: | A representatividade populacional das pessoas idosas no desenvolvimento global, tem despertado a atenção das sociedades. No Brasil, as pessoas com 60 anos de idade a mais representam 15% da população, e em Portugal as pessoas com 65 anos de idade a mais representam 22% da população, aproximadamente. A evidência do aumento populacional do número de pessoas idosas, despertou o interesse para o desenvolvimento da presente investigação, a qual tem como objetivo principal, identificar e caracterizar dinâmicas de educação não formal em projetos de intervenção social relacionados com as vivências do envelhecimento ativo. O processo de desenvolvimento da presente investigação contou com a participação de 12 pessoas, que residem em cidades brasileiras e portuguesas, das quais oito foram identificadas como pessoas idosas (faixa etária dos 62 aos 80 anos), sendo cinco mulheres e três homens, e as outras quatro foram identificadas como pessoas não idosas (faixa etária dos 37 aos 65 anos), sendo duas mulheres e dois homens. Com o enquadramento metodológico qualitativo e a abordagem de estudo de caso, utilizou-se como instrumentos de recolha de dados os registros documentais, a caracterização sociodemográfica, a entrevista semiestruturada, e a observação. A recolha de dados decorreu entre os meses de dezembro de 2019, e de janeiro a maio de 2020, o que, devido ao período pandêmico do COVID-19, demandou algumas adaptações, a considerar o uso de recursos tecnológicos e de aplicativos, a exemplo do telefone celular, do WhatsApp, do Skype, do Facebook. Em relação ao processo de análise de dados, partiu-se de uma categorização por unidades de semelhança ou sentido. Os resultados obtidos, com relação as pessoas idosas, permitiram perceber que as relações interpessoais e as relações intergeracionais contribuem para o desenvolvimento social da pessoa idosa, como também, o reconhecimento do protagonismo social e a valorização das histórias de vida refletem nas vivências do envelhecimento ativo. Já em relação as pessoas não idosas, possibilitaram avaliar a eficácia das estratégias de educação não formal na promoção do envelhecimento ativo, a considerar as práticas educativas que enaltecem os saberes primários das pessoas idosas. A presente investigação tem como implicação a chamada de atenção para a potencialização do investimento em projetos de intervenção social comprometidos com a promoção do envelhecimento ativo, como também, da importância em propagar o bem estar e o empoderamento das pessoas idosas. |
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| Autores principais: | Cruz, Lívia da |
| Assunto: | Idosos Envelhecimento activo Relações entre gerações Educação não formal Histórias de vida Teses de mestrado - 2021 |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A representatividade populacional das pessoas idosas no desenvolvimento global, tem despertado a atenção das sociedades. No Brasil, as pessoas com 60 anos de idade a mais representam 15% da população, e em Portugal as pessoas com 65 anos de idade a mais representam 22% da população, aproximadamente. A evidência do aumento populacional do número de pessoas idosas, despertou o interesse para o desenvolvimento da presente investigação, a qual tem como objetivo principal, identificar e caracterizar dinâmicas de educação não formal em projetos de intervenção social relacionados com as vivências do envelhecimento ativo. O processo de desenvolvimento da presente investigação contou com a participação de 12 pessoas, que residem em cidades brasileiras e portuguesas, das quais oito foram identificadas como pessoas idosas (faixa etária dos 62 aos 80 anos), sendo cinco mulheres e três homens, e as outras quatro foram identificadas como pessoas não idosas (faixa etária dos 37 aos 65 anos), sendo duas mulheres e dois homens. Com o enquadramento metodológico qualitativo e a abordagem de estudo de caso, utilizou-se como instrumentos de recolha de dados os registros documentais, a caracterização sociodemográfica, a entrevista semiestruturada, e a observação. A recolha de dados decorreu entre os meses de dezembro de 2019, e de janeiro a maio de 2020, o que, devido ao período pandêmico do COVID-19, demandou algumas adaptações, a considerar o uso de recursos tecnológicos e de aplicativos, a exemplo do telefone celular, do WhatsApp, do Skype, do Facebook. Em relação ao processo de análise de dados, partiu-se de uma categorização por unidades de semelhança ou sentido. Os resultados obtidos, com relação as pessoas idosas, permitiram perceber que as relações interpessoais e as relações intergeracionais contribuem para o desenvolvimento social da pessoa idosa, como também, o reconhecimento do protagonismo social e a valorização das histórias de vida refletem nas vivências do envelhecimento ativo. Já em relação as pessoas não idosas, possibilitaram avaliar a eficácia das estratégias de educação não formal na promoção do envelhecimento ativo, a considerar as práticas educativas que enaltecem os saberes primários das pessoas idosas. A presente investigação tem como implicação a chamada de atenção para a potencialização do investimento em projetos de intervenção social comprometidos com a promoção do envelhecimento ativo, como também, da importância em propagar o bem estar e o empoderamento das pessoas idosas. |
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