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Tabagismo e cessação tabágica na gravidez : uma atualização
| Resumo: | O tabagismo é a mais importante causa evitável de desfechos adversos na gravidez. A cessação tabágica apresenta benefícios claros para a saúde materna e perinatal. No entanto, apenas uma minoria das mulheres fumadoras cessa este hábito por completo, estando várias possíveis barreiras implicadas neste facto. A intervenção dos profissionais de saúde poderá ter um papel decisivo na cessação tabágica pré-natal, sendo para isso necessário o conhecimento e mestria por parte dos mesmos de técnicas não farmacológicas e farmacológicas que possam aumentar, segura e eficazmente, as taxas de abstinência. Os dados de estudos disponíveis atualmente não conseguiram ainda avaliar de forma sólida a segurança e eficácia de métodos farmacológicos durante a gravidez e aleitamento, pelo que as atuais recomendações suportam apenas a utilização de intervenções não farmacológicas. A elevada taxa de recaída pós-parto e a sua prevenção constituem uma preocupação e têm igualmente sido alvo de alguma investigação, não havendo ainda resultados promissores quanto à sua eficácia. |
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| Autores principais: | Milhano, João Coutinho de Almeida |
| Assunto: | Tabagismo Gravidez Cessação tabágica Obstetrícia |
| Ano: | 2018 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O tabagismo é a mais importante causa evitável de desfechos adversos na gravidez. A cessação tabágica apresenta benefícios claros para a saúde materna e perinatal. No entanto, apenas uma minoria das mulheres fumadoras cessa este hábito por completo, estando várias possíveis barreiras implicadas neste facto. A intervenção dos profissionais de saúde poderá ter um papel decisivo na cessação tabágica pré-natal, sendo para isso necessário o conhecimento e mestria por parte dos mesmos de técnicas não farmacológicas e farmacológicas que possam aumentar, segura e eficazmente, as taxas de abstinência. Os dados de estudos disponíveis atualmente não conseguiram ainda avaliar de forma sólida a segurança e eficácia de métodos farmacológicos durante a gravidez e aleitamento, pelo que as atuais recomendações suportam apenas a utilização de intervenções não farmacológicas. A elevada taxa de recaída pós-parto e a sua prevenção constituem uma preocupação e têm igualmente sido alvo de alguma investigação, não havendo ainda resultados promissores quanto à sua eficácia. |
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