Publicação
Impacto da liberalização do comércio decorrente da ronda do Uruguai nas exportações portuguesas
| Resumo: | O aprofundamento da liberalização dos fluxos de comércio mundiais pode criar a expectativa de alguma substituição, na União Europeia (UE), das importações intracomunitárias por importações extra-comunitárias mais eficientes. Assim, o objectivo deste trabalho é tentar identificar o impacto nas exportações portuguesas, destinadas à UE, da liberalização proposta na Ronda do Uruguai. Depois de apresentadas as principais questões tratadas na ronda do Uruguai, procuramos avaliar a semelhança, no mercado comunitário, dos produtos industriais portugueses e dos seus concorrentes não comunitários, como indicador da existência de um risco de confronto. Concluímos que a probabilidade deste confronto é especialmente importante nos sectores tradicionais da economia portuguesa, com a generalidade dos concorrentes, e que o necessário ajustamento da actividade produtiva aos futuros padrões de concorrência não é evidente nos fluxos de comércio. |
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| Autores principais: | Vaz, Elsa Cristina Neves Januário |
| Assunto: | Comércio Internacional GATT Ronda do Uruguai Liberalização do Comércio Barreiras não Pautais Sobreposição de Exportações International Trade Uruguay Round Trade Liberalisation Non Tariff Barriers Export Overlap. |
| Ano: | 1999 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O aprofundamento da liberalização dos fluxos de comércio mundiais pode criar a expectativa de alguma substituição, na União Europeia (UE), das importações intracomunitárias por importações extra-comunitárias mais eficientes. Assim, o objectivo deste trabalho é tentar identificar o impacto nas exportações portuguesas, destinadas à UE, da liberalização proposta na Ronda do Uruguai. Depois de apresentadas as principais questões tratadas na ronda do Uruguai, procuramos avaliar a semelhança, no mercado comunitário, dos produtos industriais portugueses e dos seus concorrentes não comunitários, como indicador da existência de um risco de confronto. Concluímos que a probabilidade deste confronto é especialmente importante nos sectores tradicionais da economia portuguesa, com a generalidade dos concorrentes, e que o necessário ajustamento da actividade produtiva aos futuros padrões de concorrência não é evidente nos fluxos de comércio. |
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