Publicação
Publicações Periódicas do Ministério da Educação. Repertório Analítico (1861-2009)
| Resumo: | O repertório analítico apresentado resulta da seleção de jornais e revistas publicados sob a responsabilidade editorial dos serviços centrais e regionais do Ministério da Educação. Do ponto de vista cronológico, o repertório começa em 1861, ano do aparecimento do primeiro periódico oficial conhecido, e termina em 2009 (data em que o levantamento do corpus foi concluído). Na análise, adotando um modelo de ficha padronizada, valorizam-se os aspetos diretamente relacionados com a vida interna dos jornais e revistas, como, por exemplo, a identificação dos responsáveis (editor, proprietário, diretor, coordenador editorial e redatores) e, mesmo, dos colaboradores, centrando-nos ainda nos seus objetivos e na descrição do conteúdo desses periódicos. Tutelado por um olhar histórico, o repertório visa no fundamental auxiliar a investigação em História da Educação, perspectivando os periódicos educacionais oficiais como fonte para o estudo de temáticas ligadas às políticas educativas e ao “sistema escolar”, à receção e à difusão de modelos de modernização pedagógica (o mesmo é dizer, à estruturação do conhecimento científico-pedagógico), aos esforços reformadores, à própria estrutura orgânica do Ministério da educação, entre muitas outras. A pertinência para a investigação na citada área presidiu, pois, à sua elaboração. Por outro lado, interessa referir que o pressuposto teórico de partida foi o de que a imprensa de educação e ensino pode ser problematizada como parte de um processo de construção de arenas especializadas na mediatização do conhecimento educacional. E é nesse sentido que, para além de se estabelecer uma periodização da imprensa tutelada pelo Ministério da Educação, se procuram identificar linhas de força em matéria de política, de funcionamento e de organização do sistema educativo. Em causa, atendendo ao caráter oficial das publicações, a forma como o Ministério da Educação constrói, a partir do centro, um discurso educativo. |
|---|---|
| Autores principais: | Manique Da Silva, Carlos |
| Assunto: | Imprensa de educação e ensino Ministério da Educação de Portugal Conhecimento educacional |
| Ano: | 2010 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | outro |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O repertório analítico apresentado resulta da seleção de jornais e revistas publicados sob a responsabilidade editorial dos serviços centrais e regionais do Ministério da Educação. Do ponto de vista cronológico, o repertório começa em 1861, ano do aparecimento do primeiro periódico oficial conhecido, e termina em 2009 (data em que o levantamento do corpus foi concluído). Na análise, adotando um modelo de ficha padronizada, valorizam-se os aspetos diretamente relacionados com a vida interna dos jornais e revistas, como, por exemplo, a identificação dos responsáveis (editor, proprietário, diretor, coordenador editorial e redatores) e, mesmo, dos colaboradores, centrando-nos ainda nos seus objetivos e na descrição do conteúdo desses periódicos. Tutelado por um olhar histórico, o repertório visa no fundamental auxiliar a investigação em História da Educação, perspectivando os periódicos educacionais oficiais como fonte para o estudo de temáticas ligadas às políticas educativas e ao “sistema escolar”, à receção e à difusão de modelos de modernização pedagógica (o mesmo é dizer, à estruturação do conhecimento científico-pedagógico), aos esforços reformadores, à própria estrutura orgânica do Ministério da educação, entre muitas outras. A pertinência para a investigação na citada área presidiu, pois, à sua elaboração. Por outro lado, interessa referir que o pressuposto teórico de partida foi o de que a imprensa de educação e ensino pode ser problematizada como parte de um processo de construção de arenas especializadas na mediatização do conhecimento educacional. E é nesse sentido que, para além de se estabelecer uma periodização da imprensa tutelada pelo Ministério da Educação, se procuram identificar linhas de força em matéria de política, de funcionamento e de organização do sistema educativo. Em causa, atendendo ao caráter oficial das publicações, a forma como o Ministério da Educação constrói, a partir do centro, um discurso educativo. |
|---|