Publicação
Resposta dos lábios aos movimentos ortodônticos
| Resumo: | A estética facial e o sorriso encontram-se entre os critérios chave, pelos quais os pacientes avaliam o sucesso de um tratamento ortodôntico, e são também, na grande maioria das vezes, a motivação para a procura desta terapêutica. Por esta razão, o ortodontista deve desenvolver um senso estético que o capacite a analisar a face dos seus pacientes no momento do diagnóstico e a prever as possíveis consequências do tratamento ortodôntico sobre a estética facial. Com o objectivo de apresentar uma revisão da literatura acerca dos tecidos moles faciais, das suas proporções, das suas relações com os tecidos esqueléticos e dentários, e perceber as alterações ao nível dos lábios como resposta ao movimento ortodôntico; foi realizada uma pesquisa bibliográfica em livros e revistas impressas em suporte de papel e em bases electrónicas de referência (PubMed, Medline e B-on) com as palavras-chave abaixo indicadas. O contorno do perfil facial é determinado por três factores: subestrutura esquelética; dentição; tecidos moles faciais. Hoje em dia é aceite que a obtenção de correctas proporções ao nível do perfil mole deverá ser o principal objectivo do tratamento ortodôntico. Desta forma, uma análise facial dos tecidos moles é um passo fulcral no diagnóstico e no estabelecimento de objectivos de tratamento. Para a previsão dos resultados pós-tratamento, devem ser tidas em conta as alterações que podem decorrer do crescimento, maturação e envelhecimento, e que podem variar segundo o sexo, a etnia, o padrão de crescimento facial, e ainda as alterações decorrentes do movimento ortodôntico, que dependem da quantidade e qualidade desse movimento, da espessura e comprimento labial, do tónus postural labial, da idade e do sexo do paciente. A maior parte dos estudos conclui que não é possível uma previsão exacta da resposta labial aos movimentos ortodônticos, devido à grande variação individual. |
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| Autores principais: | Ponceano, Rita Nabais |
| Assunto: | Ortodontia Teses de mestrado - 2011 |
| Ano: | 2011 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A estética facial e o sorriso encontram-se entre os critérios chave, pelos quais os pacientes avaliam o sucesso de um tratamento ortodôntico, e são também, na grande maioria das vezes, a motivação para a procura desta terapêutica. Por esta razão, o ortodontista deve desenvolver um senso estético que o capacite a analisar a face dos seus pacientes no momento do diagnóstico e a prever as possíveis consequências do tratamento ortodôntico sobre a estética facial. Com o objectivo de apresentar uma revisão da literatura acerca dos tecidos moles faciais, das suas proporções, das suas relações com os tecidos esqueléticos e dentários, e perceber as alterações ao nível dos lábios como resposta ao movimento ortodôntico; foi realizada uma pesquisa bibliográfica em livros e revistas impressas em suporte de papel e em bases electrónicas de referência (PubMed, Medline e B-on) com as palavras-chave abaixo indicadas. O contorno do perfil facial é determinado por três factores: subestrutura esquelética; dentição; tecidos moles faciais. Hoje em dia é aceite que a obtenção de correctas proporções ao nível do perfil mole deverá ser o principal objectivo do tratamento ortodôntico. Desta forma, uma análise facial dos tecidos moles é um passo fulcral no diagnóstico e no estabelecimento de objectivos de tratamento. Para a previsão dos resultados pós-tratamento, devem ser tidas em conta as alterações que podem decorrer do crescimento, maturação e envelhecimento, e que podem variar segundo o sexo, a etnia, o padrão de crescimento facial, e ainda as alterações decorrentes do movimento ortodôntico, que dependem da quantidade e qualidade desse movimento, da espessura e comprimento labial, do tónus postural labial, da idade e do sexo do paciente. A maior parte dos estudos conclui que não é possível uma previsão exacta da resposta labial aos movimentos ortodônticos, devido à grande variação individual. |
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