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Avaliação da susceptibilidade a deslizamentos rotacionais através da aplicação de métodos estatísticos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Grande parte do esforço científico na definição dos mapas de susceptibilidade à ocorrência de deslizamentos prende-se sobretudo com o método estatístico utilizado na avaliação de susceptibilidade e respectiva validação dos modelos preditivos. Neste trabalho utilizou-se um conjunto de métodos estatísticos (Valor Informativo, Weights 01 Evidence, Probabilidade Bayesiana, Lógica Difusa, Regressão Logística, Distância de Mahalanobis, Máxima Entropia e Algoritmo Genético - GARP), numa área a norte de Lisboa, de forma a perceber qual a influência que a mudança de método estatístico exerce nos mapas de susceptibilidade. Como variáveis independentes usaram-se seis temas (declive, exposição, litologia, uso do solo, tipo de solo e curvatura das vertentes) e como variável dependente um inventário de 64 deslizamentos rotacionais. A unidade de terreno definida no processo de computação foi o pixel (5 m) e a entrada dos deslizamentos nos modelos fez-se quer através de um único ponto por movimento (centróide), quer com a totalidade da área deslizada. Embora se tenham verificado algumas diferenças nos mapas de susceptibilidade fruto dos diferentes métodos utilizados, os resultados obtidos permitem concluir que os modelos preditivos são mais sensíveis à forma como a variável dependente entra nos modelos (pontos vs área) do que ao tipo de método estatístico.
Autores principais:Oliveira, Sérgio
Outros Autores:Rocha, Jorge; Zêzere, José; Garcia, Ricardo; Piedade, Aldina
Assunto:Susceptibilidade Deslizamentos Métodos estatísticos Norte de Lisboa
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Grande parte do esforço científico na definição dos mapas de susceptibilidade à ocorrência de deslizamentos prende-se sobretudo com o método estatístico utilizado na avaliação de susceptibilidade e respectiva validação dos modelos preditivos. Neste trabalho utilizou-se um conjunto de métodos estatísticos (Valor Informativo, Weights 01 Evidence, Probabilidade Bayesiana, Lógica Difusa, Regressão Logística, Distância de Mahalanobis, Máxima Entropia e Algoritmo Genético - GARP), numa área a norte de Lisboa, de forma a perceber qual a influência que a mudança de método estatístico exerce nos mapas de susceptibilidade. Como variáveis independentes usaram-se seis temas (declive, exposição, litologia, uso do solo, tipo de solo e curvatura das vertentes) e como variável dependente um inventário de 64 deslizamentos rotacionais. A unidade de terreno definida no processo de computação foi o pixel (5 m) e a entrada dos deslizamentos nos modelos fez-se quer através de um único ponto por movimento (centróide), quer com a totalidade da área deslizada. Embora se tenham verificado algumas diferenças nos mapas de susceptibilidade fruto dos diferentes métodos utilizados, os resultados obtidos permitem concluir que os modelos preditivos são mais sensíveis à forma como a variável dependente entra nos modelos (pontos vs área) do que ao tipo de método estatístico.