Publicação
Polineuropatia diabética dolorosa : fisiopatologia e opções terapêuticas
| Resumo: | A polineuropatia diabética dolorosa é uma complicação da diabetes e apresenta-se clinicamente como uma polineuropatia dolorosa com distribuição simétrica, em “luvas e meias”, estando associada, na maior parte das vezes, a exacerbações noturnas. A dor influencia negativamente a qualidade de vida do doente, com repercussões no sono, na atividade profissional e nas relações interpessoais. O mau controlo (que resulta em hiperglicemia crónica) ou o controlo súbito da glicémia (provocando variações bruscas nos valores glicémicos) parecem ser a base dos processos fisiopatológicos inerentes à patologia. A prevenção é crucial, mas quando a patologia se instala, é possível recorrer a tratamentos sintomáticos atualmente disponíveis (farmacológicos e/ou não-farmacológicos) com vista a melhorar a qualidade de vida destes pacientes. Como tratamentos de primeira linha temos os antidepressivos (tricíclicos e inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina) e os anticonvulsivantes. Como segunda linha de tratamento temos os agonistas dos recetores opióides e os tratamentos tópicos. As opções não-farmacológicas (estimulação elétrica da medula espinhal, estimulação elétrica nervosa transcutânea e estimulação elétrica nervosa percutânea) são reservadas aos casos de dor refratária ao tratamento farmacológico. |
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| Autores principais: | Neves, Nídia Gonçalves |
| Assunto: | Neuropatias diabéticas Terapêutica Fisiopatologia |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A polineuropatia diabética dolorosa é uma complicação da diabetes e apresenta-se clinicamente como uma polineuropatia dolorosa com distribuição simétrica, em “luvas e meias”, estando associada, na maior parte das vezes, a exacerbações noturnas. A dor influencia negativamente a qualidade de vida do doente, com repercussões no sono, na atividade profissional e nas relações interpessoais. O mau controlo (que resulta em hiperglicemia crónica) ou o controlo súbito da glicémia (provocando variações bruscas nos valores glicémicos) parecem ser a base dos processos fisiopatológicos inerentes à patologia. A prevenção é crucial, mas quando a patologia se instala, é possível recorrer a tratamentos sintomáticos atualmente disponíveis (farmacológicos e/ou não-farmacológicos) com vista a melhorar a qualidade de vida destes pacientes. Como tratamentos de primeira linha temos os antidepressivos (tricíclicos e inibidores da recaptação de serotonina e noradrenalina) e os anticonvulsivantes. Como segunda linha de tratamento temos os agonistas dos recetores opióides e os tratamentos tópicos. As opções não-farmacológicas (estimulação elétrica da medula espinhal, estimulação elétrica nervosa transcutânea e estimulação elétrica nervosa percutânea) são reservadas aos casos de dor refratária ao tratamento farmacológico. |
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