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Equinococose-hidatidose: formação a crianças de seis concelhos do distrito de Évora

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Com este estudo pretendeu-se obter informação sobre os conhecimentos relativos à Equinococose-Hidatidose por uma população de 561 crianças dos 3º e 4º anos de escolaridade de escolas dos agrupamentos de Alandroal, Borba, Estremoz, Redondo, Reguengos de Monsaraz e de Vila Viçosa. Os objectivos específicos foram: (i) a obtenção de informação sobre condições e comportamentos relacionados com a probabilidade de contacto com o agente da doença; (ii) a obtenção de informação relativa aos conhecimentos à priori; (iii) determinação da alteração de conhecimentos após a realização de formação sobre o tema e também após seis meses. Regista-se que a maior percentagem das crianças é detentora de vários animais sendo os canídeos o animal de eleição e com o qual têm por hábito brincar; uma percentagem significativa brinca regularmente em locais onde se encontram fezes de canídeo. 80% das crianças revelou desconhecimento da doença, no primeiro inquérito. Perante o segundo inquérito praticamente todas as crianças sabem o que é a doença. No terceiro inquérito, manteve-se o nível de quase 100% de crianças que indicaram correctamente todos os comportamentos adequados para evitar a doença.
Autores principais:Alves, Solange Carolino
Assunto:Equinococose-Hidatidose Formação Crianças Inquéritos Echinococcosis-Hydatid disease Education Children Inquiries
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Com este estudo pretendeu-se obter informação sobre os conhecimentos relativos à Equinococose-Hidatidose por uma população de 561 crianças dos 3º e 4º anos de escolaridade de escolas dos agrupamentos de Alandroal, Borba, Estremoz, Redondo, Reguengos de Monsaraz e de Vila Viçosa. Os objectivos específicos foram: (i) a obtenção de informação sobre condições e comportamentos relacionados com a probabilidade de contacto com o agente da doença; (ii) a obtenção de informação relativa aos conhecimentos à priori; (iii) determinação da alteração de conhecimentos após a realização de formação sobre o tema e também após seis meses. Regista-se que a maior percentagem das crianças é detentora de vários animais sendo os canídeos o animal de eleição e com o qual têm por hábito brincar; uma percentagem significativa brinca regularmente em locais onde se encontram fezes de canídeo. 80% das crianças revelou desconhecimento da doença, no primeiro inquérito. Perante o segundo inquérito praticamente todas as crianças sabem o que é a doença. No terceiro inquérito, manteve-se o nível de quase 100% de crianças que indicaram correctamente todos os comportamentos adequados para evitar a doença.