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Necrópole romana do Porto dos Cacos, Alcochete-Portugal

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A necrópole romana do Porto dos Cacos (CNS S-4143) situa-se na herdade de Rio Frio, concelho de Alcochete. O sítio arqueológico foi descoberto em 1984 tendo decorrido seis campanhas de escavação, entre 1985 e 1990, durante as quais se identificou uma olaria que, durante cerca de quatro séculos produziu maioritariamente ânforas mas também cerâmica comum. A necrópole foi identificada em 1987, num cabeço anexo à olaria, confirmando a presença de uma população ali estabelecida de modo permanente. Após a sua detecção e até 1990 quando, por diversas razões, se optou pela interrupção dos trabalhos de campo, tinham sido identificadas 37 sepulturas de distintos tipos, correspondentes exclusivamente ao ritual funerário de inumação. Destas, apenas foram escavadas 26, de cujo estudo, tanto da tipologia construtiva como do mobiliário funerário, resultou o presente trabalho. Esta necrópole, ou a fracção que dela se conhece na actualidade, ilustra parte da diacronia de ocupação deste território, entre os séculos IV e V da nossa Era. Outros vestígios apontam para uma continuidade de ocupação deste espaço até ao século VIII.
Autores principais:Monteiro, José Luís de Negreiros
Assunto:Necrópoles romanas - Porto dos Cacos (Alcochete, Portugal) Arquitectura funerária - Porto dos Cacos (Alcochete, Portugal) Ritos e cerimónias fúnebres antigas - Porto dos Cacos (Alcochete, Portugal) Mobiliário funerário - Porto dos Cacos (Alcochete, Portugal) Escavações arqueológicas - Porto dos Cacos (Alcochete, Portugal) Teses de mestrado - 2015
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A necrópole romana do Porto dos Cacos (CNS S-4143) situa-se na herdade de Rio Frio, concelho de Alcochete. O sítio arqueológico foi descoberto em 1984 tendo decorrido seis campanhas de escavação, entre 1985 e 1990, durante as quais se identificou uma olaria que, durante cerca de quatro séculos produziu maioritariamente ânforas mas também cerâmica comum. A necrópole foi identificada em 1987, num cabeço anexo à olaria, confirmando a presença de uma população ali estabelecida de modo permanente. Após a sua detecção e até 1990 quando, por diversas razões, se optou pela interrupção dos trabalhos de campo, tinham sido identificadas 37 sepulturas de distintos tipos, correspondentes exclusivamente ao ritual funerário de inumação. Destas, apenas foram escavadas 26, de cujo estudo, tanto da tipologia construtiva como do mobiliário funerário, resultou o presente trabalho. Esta necrópole, ou a fracção que dela se conhece na actualidade, ilustra parte da diacronia de ocupação deste território, entre os séculos IV e V da nossa Era. Outros vestígios apontam para uma continuidade de ocupação deste espaço até ao século VIII.