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A ocupação tardo-republicana do Castelo de Castro Marim : o contributo da cerâmica de paredes finas para a sua caracterização

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A cerâmica de paredes finas recolhida no Castelo de Castro Marim é abundante, sendo o conjunto datável do final da época republicana o mais bem representado. Para esta cronologia, a diversidade formal e a origem são consideráveis, dominando, contudo, as importações itálicas, sobretudo as etruscas, apesar de terem sido identificadas produções de outras áreas da península centro-mediterrânea e também ocidentais, como Ibiza. No alto-império, as importações desta categoria cerâmica diminuíram substancialmente, tendo-se a Bética assumido como principal centro abastecedor de Castro Marim, no que à cerâmica de paredes finas diz respeito. Ainda assim, quer a Península Itálica quer também Ibiza contribuíram para esse abastecimento.
Autores principais:Angeja, Pedro
Outros Autores:Arruda, Ana Margarida
Assunto:Romano republicano Cerâmica de Paredes Finas Roman Republic Thin-Walled Pottery
Ano:2020
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A cerâmica de paredes finas recolhida no Castelo de Castro Marim é abundante, sendo o conjunto datável do final da época republicana o mais bem representado. Para esta cronologia, a diversidade formal e a origem são consideráveis, dominando, contudo, as importações itálicas, sobretudo as etruscas, apesar de terem sido identificadas produções de outras áreas da península centro-mediterrânea e também ocidentais, como Ibiza. No alto-império, as importações desta categoria cerâmica diminuíram substancialmente, tendo-se a Bética assumido como principal centro abastecedor de Castro Marim, no que à cerâmica de paredes finas diz respeito. Ainda assim, quer a Península Itálica quer também Ibiza contribuíram para esse abastecimento.