Publicação

A inovação como mediadora da relação entre trabalho em equipa e bem-estar em equipas de saúde

Ver documento

Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta tese examina as relações entre trabalho em equipa, bem-estar e inovação em equipas de saúde. Através de um estudo transversal investigou-se se a inovação exerce um efeito de mediação na relação entre trabalho em equipa e bem-estar e, se o processo de inovação influencia a percepção de bem-estar dos membros das equipas. Os resultados obtidos (N=113) mostram a existência de uma mediação parcial da inovação na relação entre trabalho em equipa e bem-estar, sendo o bem-estar percebido pelos membros das equipas influenciado pela fase de inovação em que a equipa se encontra. Estes achados sugerem que os membros das equipas mais inovadoras tendem a percepcionar mais bem-estar que os membros das equipas menos inovadoras, e que a percepção de bem-estar individual depende da fase do processo de inovação em que a equipa se encontra.
Autores principais:Almeida, Lília Maria Evans de, 1963-
Assunto:Stress e Bem-Estar Bem-estar profissional Trabalho de equipa Teses de mestrado
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Esta tese examina as relações entre trabalho em equipa, bem-estar e inovação em equipas de saúde. Através de um estudo transversal investigou-se se a inovação exerce um efeito de mediação na relação entre trabalho em equipa e bem-estar e, se o processo de inovação influencia a percepção de bem-estar dos membros das equipas. Os resultados obtidos (N=113) mostram a existência de uma mediação parcial da inovação na relação entre trabalho em equipa e bem-estar, sendo o bem-estar percebido pelos membros das equipas influenciado pela fase de inovação em que a equipa se encontra. Estes achados sugerem que os membros das equipas mais inovadoras tendem a percepcionar mais bem-estar que os membros das equipas menos inovadoras, e que a percepção de bem-estar individual depende da fase do processo de inovação em que a equipa se encontra.