Publicação
Iguais na diferença : comparação entre famílias adotivas e biológicas relativamente à perceção das capacidades e dificuldades dos filhos e estilos de vinculação
| Resumo: | A presente dissertação teve como principal objetivo avaliar se pais/mães biológicos (as) e pais/mães adotivos (as) diferem relativamente à perceção que têm sobre as forças e dificuldades dos filhos e no grau de identificação com os estilos de vinculação. A amostra incluiu 49 pais biológicos e 49 pais adotivos, com idades compreendidas entre os 28 e os 55 anos. Os participantes responderam a um Questionário Sociodemográfico, ao Questionário de Capacidades e Dificuldades (SDQ-Por) (Goodman, 1997) e ao Questionário de Estilo Relacional (Bartholomew & Horowitz, 1991). Os resultados para a amostra mostraram que pais adotivos percecionam mais dificuldades nos seus filhos que os pais biológicos, no entanto, percecionam de igual modo as capacidades dos filhos. Entre pais e mães não se verificaram diferenças significativas sobre a perceção das dificuldades e capacidades dos filhos. Não foram encontradas diferenças significativas dos estilos de vinculação entre famílias adotivas e famílias biológicas e entre pais e mães. Relativamente ao efeito de interação do sexo dos pais e da tipologia familiar verificou-se uma diferença significativa no estilo de vinculação Preocupado, o que, pelos resultados, parece dever-se aos resultados mais elevados de pais masculinos adotivos. Terminamos este estudo com algumas considerações sobre os resultados obtidos, limitações do estudo e sugestões para futuras investigações. |
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| Autores principais: | Vitorino, Melissa Miriam Pereira Santos |
| Assunto: | Famílias adoptivas Estilos parentais Vinculação Teses de mestrado - 2013 |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A presente dissertação teve como principal objetivo avaliar se pais/mães biológicos (as) e pais/mães adotivos (as) diferem relativamente à perceção que têm sobre as forças e dificuldades dos filhos e no grau de identificação com os estilos de vinculação. A amostra incluiu 49 pais biológicos e 49 pais adotivos, com idades compreendidas entre os 28 e os 55 anos. Os participantes responderam a um Questionário Sociodemográfico, ao Questionário de Capacidades e Dificuldades (SDQ-Por) (Goodman, 1997) e ao Questionário de Estilo Relacional (Bartholomew & Horowitz, 1991). Os resultados para a amostra mostraram que pais adotivos percecionam mais dificuldades nos seus filhos que os pais biológicos, no entanto, percecionam de igual modo as capacidades dos filhos. Entre pais e mães não se verificaram diferenças significativas sobre a perceção das dificuldades e capacidades dos filhos. Não foram encontradas diferenças significativas dos estilos de vinculação entre famílias adotivas e famílias biológicas e entre pais e mães. Relativamente ao efeito de interação do sexo dos pais e da tipologia familiar verificou-se uma diferença significativa no estilo de vinculação Preocupado, o que, pelos resultados, parece dever-se aos resultados mais elevados de pais masculinos adotivos. Terminamos este estudo com algumas considerações sobre os resultados obtidos, limitações do estudo e sugestões para futuras investigações. |
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