Publicação
Salto horizontal e fragilidade óssea em jovens dos 10 aos 17 Anos
| Resumo: | O objetivo principal deste estudo foi analisar a relevância do salto horizontal como marcador de fragilidade óssea em contexto escolar em crianças e jovens dos 10 aos 17 anos. Metodologia: A amostra incluiu 477 participantes, de ambos os géneros (220 raparigas e 257 rapazes). A fragilidade óssea foi identificada a partir de densitometria radiológica de dupla energia (DXA) através de um exame de corpo inteiro, sem a cabeça. Para as devidas comparações, os participantes foram divididos em 2 grupos de acordo com Z-Score da densidade mineral óssea( DMO) subtotal (< -0,9 DP vs. ≥ - 0,9 DP). A aptidão muscular foi avaliada através de salto horizontal realizado com e sem pausa na preparação da impulsão para o salto, com a finalidade, dos seus valores serem comparados com jovens de outros países. A análise do poder preditor do salto horizontal para identificação da fragilidade óssea, foi efetuada através de regressão logística. Resultados: Nas raparigas foi observado que o aumento de 1DP no salto horizontal estava associado a uma diminuição da probabilidade de fragilidade óssea em 43-45% (p<0,05), consoante se considera o salto com pausa e sem pausa, respetivamente. Nos rapazes não foi observado qualquer poder preditor do salto horizontal para a identificação da fragilidade óssea. Conclusão: A aptidão muscular avaliada através do salto horizontal pode constituir um marcador da fragilidade óssea nas raparigas mas não nos rapazes dos 10 aos 17 anos. |
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| Autores principais: | Joaquim, Cristiano Filipe Varela |
| Assunto: | Aptidão Muscular Densidade Mineral Óssea Fragilidade Óssea Jovens Salto Horizontal Muscle Fitness Bone Mineral Density Bone Fragility Young Horizontal Heel |
| Ano: | 2019 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O objetivo principal deste estudo foi analisar a relevância do salto horizontal como marcador de fragilidade óssea em contexto escolar em crianças e jovens dos 10 aos 17 anos. Metodologia: A amostra incluiu 477 participantes, de ambos os géneros (220 raparigas e 257 rapazes). A fragilidade óssea foi identificada a partir de densitometria radiológica de dupla energia (DXA) através de um exame de corpo inteiro, sem a cabeça. Para as devidas comparações, os participantes foram divididos em 2 grupos de acordo com Z-Score da densidade mineral óssea( DMO) subtotal (< -0,9 DP vs. ≥ - 0,9 DP). A aptidão muscular foi avaliada através de salto horizontal realizado com e sem pausa na preparação da impulsão para o salto, com a finalidade, dos seus valores serem comparados com jovens de outros países. A análise do poder preditor do salto horizontal para identificação da fragilidade óssea, foi efetuada através de regressão logística. Resultados: Nas raparigas foi observado que o aumento de 1DP no salto horizontal estava associado a uma diminuição da probabilidade de fragilidade óssea em 43-45% (p<0,05), consoante se considera o salto com pausa e sem pausa, respetivamente. Nos rapazes não foi observado qualquer poder preditor do salto horizontal para a identificação da fragilidade óssea. Conclusão: A aptidão muscular avaliada através do salto horizontal pode constituir um marcador da fragilidade óssea nas raparigas mas não nos rapazes dos 10 aos 17 anos. |
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