Publicação
Exploração de um modelo psicossocial de mobilidade urbana na área metropolitana de Lisboa
| Resumo: | A mobilidade urbana é um fenómeno complexo que envolve as deslocações realizadas pelos indivíduos nas suas atividades diárias no contexto da cidade. Estas deslocações devido ao aumento das áreas suburbanas provocaram um consequente aumento dos transportes utilizados dessas áreas para os centros das áreas urbanas, como é o caso da Área Metropolitana de Lisboa. A mobilidade tem sido estudada com o objetivo de diminuir o impacto negativo da utilização de transportes individuais que põem em causa o bem-estar psicológico do indivíduo. Uma vez que é importante estudar um conjunto de variáveis de forma sistemática para perceber o fenómeno, foi estudado e discutido um modelo psicossocial de mobilidade urbana, para transportes individuais, coletivos e leves. Neste trabalho são apresentadas e discutidas medidas quantitativas de utilização dos transportes que contempla a intermodalidade, especificamente uma medida de proporção de distância e de proporção do tempo. Adicionalmente foram estudados para uma amostra de 367 participantes, conjuntos de variáveis preditoras destas medidas e que incluem, a adaptação da Escala de Atitudes e Crenças sobre os Transportes individuais, coletivos e leves (Sousa, Sanches & Ferreira, 2013), da escala PCA 12 (Bonaiuto, Fornara & Bonnes, 2003) e da PCA Scale 10 (Bonaiuto, Fornara & Bonnes, 2003). Finalmente, foi também estudado, de que forma é que as medidas de proporção se relacionam com consequentes da saúde e do espaço, através da Escala de Consumos (Pacheco, 2005); da Escala de Saúde Mental MHI-5 (Ribeiro, 2001); da Escala de Satisfação com a vida (Pereira, Melo, Gameiro & Canavarro, 2011) e com a Escala de Autocuidado (Pacheco, 2005). Os resultados demonstram a relevância metodológica das medidas de proporcionalidade da distância e do tempo associados às deslocações pendulares e a importância de incluir uma dimensão psicossocial na compreensão dos fenómenos de mobilidade. |
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| Autores principais: | Peixeiro, Filomena Marilda dos Reis Caxias |
| Assunto: | Mobilidade urbana Transportes Bem-estar psicológico Teses de mestrado - 2017 |
| Ano: | 2017 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | A mobilidade urbana é um fenómeno complexo que envolve as deslocações realizadas pelos indivíduos nas suas atividades diárias no contexto da cidade. Estas deslocações devido ao aumento das áreas suburbanas provocaram um consequente aumento dos transportes utilizados dessas áreas para os centros das áreas urbanas, como é o caso da Área Metropolitana de Lisboa. A mobilidade tem sido estudada com o objetivo de diminuir o impacto negativo da utilização de transportes individuais que põem em causa o bem-estar psicológico do indivíduo. Uma vez que é importante estudar um conjunto de variáveis de forma sistemática para perceber o fenómeno, foi estudado e discutido um modelo psicossocial de mobilidade urbana, para transportes individuais, coletivos e leves. Neste trabalho são apresentadas e discutidas medidas quantitativas de utilização dos transportes que contempla a intermodalidade, especificamente uma medida de proporção de distância e de proporção do tempo. Adicionalmente foram estudados para uma amostra de 367 participantes, conjuntos de variáveis preditoras destas medidas e que incluem, a adaptação da Escala de Atitudes e Crenças sobre os Transportes individuais, coletivos e leves (Sousa, Sanches & Ferreira, 2013), da escala PCA 12 (Bonaiuto, Fornara & Bonnes, 2003) e da PCA Scale 10 (Bonaiuto, Fornara & Bonnes, 2003). Finalmente, foi também estudado, de que forma é que as medidas de proporção se relacionam com consequentes da saúde e do espaço, através da Escala de Consumos (Pacheco, 2005); da Escala de Saúde Mental MHI-5 (Ribeiro, 2001); da Escala de Satisfação com a vida (Pereira, Melo, Gameiro & Canavarro, 2011) e com a Escala de Autocuidado (Pacheco, 2005). Os resultados demonstram a relevância metodológica das medidas de proporcionalidade da distância e do tempo associados às deslocações pendulares e a importância de incluir uma dimensão psicossocial na compreensão dos fenómenos de mobilidade. |
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