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O tamanho das roupas e o auto-conceito sexual em indivíduos do sexo feminino

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As mulheres são particularmente susceptíveis às imagens de beleza magra sugeridas pelos media e socialmente aceites, que tendem a provocar sentimentos de desadequação, a diminuir a auto-estima feminina e levam a uma permanente insatisfação com a sua imagem corporal, conduzindo por vezes a comportamentos disruptivos, nomeadamente a desordens do comportamento alimentar. Os tamanhos da roupa que se veste são um reflexo da dimensão e forma do corpo, e uma consequência de factores como o peso, altura e as formas do corpo. Neste trabalho pretendeu-se compreender se existe alguma relação entre os tamanhos da roupa que se veste, o auto-conceito sexual e o envolvimento em relações afectivas amorosas e/ou relações sexuais. Participaram neste estudo 84 mulheres com idades compreendidas entre os 18 e os 45 anos. Foram registadas medidas corporais que permitiram o cálculo do IMC, RCA e o tamanho da copa. Todas as inquiridas preencheram um questionário onde foram pedidos dados sociodemográficos, caracterização de hábitos relacionados com a compra de roupa e o acto de se vestir, actividade amorosa e sexual e, por último o questionário MSSCQ (Snell, 1995)- Multidimensional Sexual Self-Concept Questionnaire, um instrumento desenvolvido para medir aspectos do auto-conceito sexual. Após a análise estatística, que incluiu a aplicação testes de significância, testes de quiquadrado, testes de diferenças de médias e testes paramétricos (ANOVA's), verificou-se não existir relação directa entre o tamanho da roupa e o auto-conceito sexual, o envolvimento em relações amorosas e/ou em relações sexuais. Foram encontradas correlações (ao nível p=0,05), que associam positiva e significativamente a facilidade em vestir-se e sentimentos positivos em relação ao acto de se vestir e de comprar roupa com a auto-eficácia sexual, satisfação sexual e controlo interno da sexualidade. Verifica-se também a tendência para as inquiridas mais satisfeitas co
Autores principais:Pacheco, Adília Maria de Almeida Alves, 1968-
Assunto:Auto-conceito sexual Envolvimento amoroso e/ou sexual Beleza magra Pesos e medidas corporais Medidas da roupa Teses de mestrado - 2009
Ano:2009
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:As mulheres são particularmente susceptíveis às imagens de beleza magra sugeridas pelos media e socialmente aceites, que tendem a provocar sentimentos de desadequação, a diminuir a auto-estima feminina e levam a uma permanente insatisfação com a sua imagem corporal, conduzindo por vezes a comportamentos disruptivos, nomeadamente a desordens do comportamento alimentar. Os tamanhos da roupa que se veste são um reflexo da dimensão e forma do corpo, e uma consequência de factores como o peso, altura e as formas do corpo. Neste trabalho pretendeu-se compreender se existe alguma relação entre os tamanhos da roupa que se veste, o auto-conceito sexual e o envolvimento em relações afectivas amorosas e/ou relações sexuais. Participaram neste estudo 84 mulheres com idades compreendidas entre os 18 e os 45 anos. Foram registadas medidas corporais que permitiram o cálculo do IMC, RCA e o tamanho da copa. Todas as inquiridas preencheram um questionário onde foram pedidos dados sociodemográficos, caracterização de hábitos relacionados com a compra de roupa e o acto de se vestir, actividade amorosa e sexual e, por último o questionário MSSCQ (Snell, 1995)- Multidimensional Sexual Self-Concept Questionnaire, um instrumento desenvolvido para medir aspectos do auto-conceito sexual. Após a análise estatística, que incluiu a aplicação testes de significância, testes de quiquadrado, testes de diferenças de médias e testes paramétricos (ANOVA's), verificou-se não existir relação directa entre o tamanho da roupa e o auto-conceito sexual, o envolvimento em relações amorosas e/ou em relações sexuais. Foram encontradas correlações (ao nível p=0,05), que associam positiva e significativamente a facilidade em vestir-se e sentimentos positivos em relação ao acto de se vestir e de comprar roupa com a auto-eficácia sexual, satisfação sexual e controlo interno da sexualidade. Verifica-se também a tendência para as inquiridas mais satisfeitas co