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Tratamento do mieloma múltiplo em doentes não elegíveis para a realização de quimioterapia intensiva : uma revisão
| Resumo: | O mieloma múltiplo é um distúrbio neoplásico hematológico que afeta principalmente os grupos etários mais avançados, sendo que dois terços dos doentes com esta patologia têm mais de 65 anos; espera-se um aumento da sua prevalência nesta faixa etária a médio prazo. A população mais idosa encontra-se sub-representada nos ensaios clínicos, o que faz com que os resultados neles obtidos possam não ser aplicáveis nesta subpopulação de doentes, com consequências ao nível dos resultados na prática clínica. Uma vez que a maioria dos doentes deste grupo não são considerados elegíveis para a realização de quimioterapia intensiva e subsequente transplante autólogo de células estaminais, torna-se importante perceber como distinguir quais são os doentes não elegíveis para este tipo de tratamento, qual é a importância da idade e da presença de comorbilidade no prognóstico e na resposta à terapêutica, e quais são as melhores alternativas terapêuticas aplicáveis a estes casos. Assim sendo, é objetivo desta revisão consolidar o conhecimento acerca dos critérios de elegibilidade para realização de quimioterapia intensiva e das perspetivas terapêuticas existentes para o mieloma múltiplo nestes doentes. |
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| Autores principais: | Albano, nês Filipa de Jesus |
| Assunto: | Mieloma múltiplo Idosos Comorbilidade Tratamento Indução Manutenção |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O mieloma múltiplo é um distúrbio neoplásico hematológico que afeta principalmente os grupos etários mais avançados, sendo que dois terços dos doentes com esta patologia têm mais de 65 anos; espera-se um aumento da sua prevalência nesta faixa etária a médio prazo. A população mais idosa encontra-se sub-representada nos ensaios clínicos, o que faz com que os resultados neles obtidos possam não ser aplicáveis nesta subpopulação de doentes, com consequências ao nível dos resultados na prática clínica. Uma vez que a maioria dos doentes deste grupo não são considerados elegíveis para a realização de quimioterapia intensiva e subsequente transplante autólogo de células estaminais, torna-se importante perceber como distinguir quais são os doentes não elegíveis para este tipo de tratamento, qual é a importância da idade e da presença de comorbilidade no prognóstico e na resposta à terapêutica, e quais são as melhores alternativas terapêuticas aplicáveis a estes casos. Assim sendo, é objetivo desta revisão consolidar o conhecimento acerca dos critérios de elegibilidade para realização de quimioterapia intensiva e das perspetivas terapêuticas existentes para o mieloma múltiplo nestes doentes. |
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