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O papel da comunicação interna no engagement no trabalho e na resistencia á mudança : análise na Santa Casa da Misericordia de Lisboa

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Investigações recentes têm demonstrado que a comunicação interna consiste no principal mecanismo que viabiliza a otimização dos resultados operacionais, na medida em que possibilita uma efetiva coordenação e cooperação inter e intra equipas, procurando promover e estimular a participação e a criatividade entre os indivíduos. Este estudo procurou analisar a influência dos diferentes tipos de comunicação interna (organizacional, chefia direta e pares) nas dimensões que compõem o engagement no trabalho (absorção, dedicação e vigor) e a resistência à mudança (rotinas, reações emocionais, rigidez cognitiva e visão de curto prazo). Este estudo foi realizado na área da ação social da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), através da aplicação de um questionário individual distribuído a 252 trabalhadores (Dirigentes, Chefias Intermédias, Técnicos Superiores, Técnicos, Técnicos Profissionais e Auxiliares), dos quais 147 aceitaram participar (58,33%). Os resultados demonstram que a comunicação organizacional e com os pares são as variáveis com maior poder explicativo da variância do engagement no trabalho (R2=36%), contrariando investigações anteriores, cujo foco se enquadra na importância da comunicação estabelecida entre os trabalhadores e chefia direta. Analisando a escala de resistência à mudança, a comunicação com os pares e as habilitações literárias são as variáveis com maior poder explicativo da variância (R2= 11,3%).
Autores principais:Assunção, Sérgio de Oliveira
Assunto:Gestão de Recursos Humanos comunicação organizacional comunicação entre pares comunicação com a chefia direta engagement no trabalho resistência à mudança ação social Human resource management organizational communication communication with peers communication with supervisor engagement at work resistance to change social services
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Investigações recentes têm demonstrado que a comunicação interna consiste no principal mecanismo que viabiliza a otimização dos resultados operacionais, na medida em que possibilita uma efetiva coordenação e cooperação inter e intra equipas, procurando promover e estimular a participação e a criatividade entre os indivíduos. Este estudo procurou analisar a influência dos diferentes tipos de comunicação interna (organizacional, chefia direta e pares) nas dimensões que compõem o engagement no trabalho (absorção, dedicação e vigor) e a resistência à mudança (rotinas, reações emocionais, rigidez cognitiva e visão de curto prazo). Este estudo foi realizado na área da ação social da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), através da aplicação de um questionário individual distribuído a 252 trabalhadores (Dirigentes, Chefias Intermédias, Técnicos Superiores, Técnicos, Técnicos Profissionais e Auxiliares), dos quais 147 aceitaram participar (58,33%). Os resultados demonstram que a comunicação organizacional e com os pares são as variáveis com maior poder explicativo da variância do engagement no trabalho (R2=36%), contrariando investigações anteriores, cujo foco se enquadra na importância da comunicação estabelecida entre os trabalhadores e chefia direta. Analisando a escala de resistência à mudança, a comunicação com os pares e as habilitações literárias são as variáveis com maior poder explicativo da variância (R2= 11,3%).