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Cabo Verde, de uma economia de renda para um modelo de economia sustentável

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Cabo Verde é um pequeno país insular, cuja economia só iniciou o percurso de economia de mercado em 1991, após 15 anos de vigência de uma economia rendeira de planificação centralizada alimentada pelas remessas dos emigrantes e pela ajuda pública ao desenvolvimento. O estudo visa um modelo económico que, de modo diversificado, possa alavancar a economia cabo-verdiana para uma economia sustentável por fatores endógenos resilientes a choques externos. O modelo identificado, apoiando-se e, Hircsh, Venables, Krugman e Porter, exige uma resposta de vocação euro-africana, a constelação turismo com intermediação europeia e a indústria transformadora e de distribuição com intermediação oeste africana, num figurino que trouxe dois valores acrescentados: A transposição da abordagem económica do conceito "setor do turismo" para o conceito "constelação do turismo" e a identificação de um nicho africano até aqui ignorado, "a intermediação" económica de Cabo Verde na CEDEAO". Essa abordagem responde igualmente à questão dimensão da economia de um quadro de externalidades económicas produzidas pela economia geográfica de Krugman e Venables. As simulações através de um modelo de equilíbrio geral dinâmico resultaram em conclusões claras quanto aos impactos positivos do modelo económico identificado no Produto Interno Bruto, no desemprego e no bem-estar medido pela variação da compensação.
Autores principais:Brito, José Luís do Livramento Monteiro Alves de
Assunto:Cabo Verde Economia sustentável Modelo de equilíbrio geral dinâmico Comércio internacional Estratégia económica Cape Verde MEGD Sustainable economy International trade Economic strategy
Ano:2013
País:Portugal
Tipo de documento:tese de doutoramento
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Cabo Verde é um pequeno país insular, cuja economia só iniciou o percurso de economia de mercado em 1991, após 15 anos de vigência de uma economia rendeira de planificação centralizada alimentada pelas remessas dos emigrantes e pela ajuda pública ao desenvolvimento. O estudo visa um modelo económico que, de modo diversificado, possa alavancar a economia cabo-verdiana para uma economia sustentável por fatores endógenos resilientes a choques externos. O modelo identificado, apoiando-se e, Hircsh, Venables, Krugman e Porter, exige uma resposta de vocação euro-africana, a constelação turismo com intermediação europeia e a indústria transformadora e de distribuição com intermediação oeste africana, num figurino que trouxe dois valores acrescentados: A transposição da abordagem económica do conceito "setor do turismo" para o conceito "constelação do turismo" e a identificação de um nicho africano até aqui ignorado, "a intermediação" económica de Cabo Verde na CEDEAO". Essa abordagem responde igualmente à questão dimensão da economia de um quadro de externalidades económicas produzidas pela economia geográfica de Krugman e Venables. As simulações através de um modelo de equilíbrio geral dinâmico resultaram em conclusões claras quanto aos impactos positivos do modelo económico identificado no Produto Interno Bruto, no desemprego e no bem-estar medido pela variação da compensação.