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Astrocitoma pilocítico em idade pediátrica : um estudo retrospectivo

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Objectivo: O astrocitoma pilocítico é o tumor cerebral mais frequente nas crianças. É um tumor benigno classificado como grau I pela World Health Organization, tem geralmente bom prognóstico, e o seu tratamento de eleição é a remoção cirúrgica completa, reservando-se os tratamentos adjuvantes para casos de recidiva ou progressão tumoral. O objectivo desde estudo é caracterizar uma população pediátrica portuguesa com diagnóstico de astrocitoma pilocítico e compará-la com outras séries europeias publicadas. Métodos: Recorrendo a uma análise retrospectiva dos casos de astrocitoma pilocítico em idade pediátrica (crianças com idade inferior a 18 anos) operados no Hospital de Santa Maria – Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE entre 2000 e 2015, este trabalho tem por objectivo a análise dos dados epidemiológicos, demográficos, e clínicos destes pacientes, e posterior comparação dos resultados com os publicados noutras séries europeias semelhantes. Resultados e Conclusão: Foram avaliados 55 pacientes, num total de 59 cirurgias, com diagnóstico histológico pós-operatório de astrocitoma pilocítico. A idade média foi 8,42 anos e o rácio masculino:feminino foi 1,39. O cerebelo foi a localização tumoral mais frequente, e na maioria dos doentes foi possível uma remoção completa. A sobrevida livre de doença foi de 45,45% e a taxa de sobrevida global foi de 70,90%. Em relação às séries europeias já publicadas, os nossos resultados, apesar de apresentarem algumas diferenças, revelaram-se bastante comparáveis.
Autores principais:Grilo, Ricardo Filipe Domingos
Assunto:Astrocitoma pilocítico Estudo retrospectivo Idade pediátrica Crianças Neurocirurgia
Ano:2017
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:Objectivo: O astrocitoma pilocítico é o tumor cerebral mais frequente nas crianças. É um tumor benigno classificado como grau I pela World Health Organization, tem geralmente bom prognóstico, e o seu tratamento de eleição é a remoção cirúrgica completa, reservando-se os tratamentos adjuvantes para casos de recidiva ou progressão tumoral. O objectivo desde estudo é caracterizar uma população pediátrica portuguesa com diagnóstico de astrocitoma pilocítico e compará-la com outras séries europeias publicadas. Métodos: Recorrendo a uma análise retrospectiva dos casos de astrocitoma pilocítico em idade pediátrica (crianças com idade inferior a 18 anos) operados no Hospital de Santa Maria – Centro Hospitalar Lisboa Norte, EPE entre 2000 e 2015, este trabalho tem por objectivo a análise dos dados epidemiológicos, demográficos, e clínicos destes pacientes, e posterior comparação dos resultados com os publicados noutras séries europeias semelhantes. Resultados e Conclusão: Foram avaliados 55 pacientes, num total de 59 cirurgias, com diagnóstico histológico pós-operatório de astrocitoma pilocítico. A idade média foi 8,42 anos e o rácio masculino:feminino foi 1,39. O cerebelo foi a localização tumoral mais frequente, e na maioria dos doentes foi possível uma remoção completa. A sobrevida livre de doença foi de 45,45% e a taxa de sobrevida global foi de 70,90%. Em relação às séries europeias já publicadas, os nossos resultados, apesar de apresentarem algumas diferenças, revelaram-se bastante comparáveis.