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Influência do meio ecológico e da autonomia funcional nos níveis de depressão e de ansiedade face à morte, em idosos institucionalizados e não institucionalizados

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Resumo:O presente estudo foi desenhado para determinar, de forma empírica, se a autonomia funcional e o meio ecológico influenciam os níveis de depressão e de ansiedade face à morte, em idosos institucionalizados e não institucionalizados. Para isto foram aplicados, a 86 idosos (26 de um Lar; 30 de um Centro de Dia e 30 residentes na Comunidade), instrumentos que avaliam o nível de autonomia MAB (Botelho, 2000), a depressão GDS (Yesavage et al. 1983; Barreto e cols., 2003) e a ansiedade face à morte DAQ (Conter, Weiner & Plutchik, 1982; Barros de Oliveira, 1998). De acordo com o meio ecológico foram formados três grupos. Verificou-se que os idosos institucionalizados são os menos autónomos, sendo que maiores níveis de autonomia funcional estão associados a menores níveis de depressão. A ansiedade face à morte não se encontra associada à autonomia funcional, nem difere para os grupos estabelecidos. Outros resultados vão ao encontro das hipóteses formuladas, apresentando-se a depressão correlacionada positivamente com a ansiedade face à morte, em todos os grupos. Quanto às diferenças de género, as mulheres apresentam maiores níveis de depressão que os homens, não se verificando diferenças na ansiedade face à morte.
Autores principais:Russo, Cláudia Sofia Ventura
Assunto:Depressão Envelhecimento institucionalizado Ansiedade Teses de mestrado
Ano:2008
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:O presente estudo foi desenhado para determinar, de forma empírica, se a autonomia funcional e o meio ecológico influenciam os níveis de depressão e de ansiedade face à morte, em idosos institucionalizados e não institucionalizados. Para isto foram aplicados, a 86 idosos (26 de um Lar; 30 de um Centro de Dia e 30 residentes na Comunidade), instrumentos que avaliam o nível de autonomia MAB (Botelho, 2000), a depressão GDS (Yesavage et al. 1983; Barreto e cols., 2003) e a ansiedade face à morte DAQ (Conter, Weiner & Plutchik, 1982; Barros de Oliveira, 1998). De acordo com o meio ecológico foram formados três grupos. Verificou-se que os idosos institucionalizados são os menos autónomos, sendo que maiores níveis de autonomia funcional estão associados a menores níveis de depressão. A ansiedade face à morte não se encontra associada à autonomia funcional, nem difere para os grupos estabelecidos. Outros resultados vão ao encontro das hipóteses formuladas, apresentando-se a depressão correlacionada positivamente com a ansiedade face à morte, em todos os grupos. Quanto às diferenças de género, as mulheres apresentam maiores níveis de depressão que os homens, não se verificando diferenças na ansiedade face à morte.