Publicação
Aplicações e potencial terapêutico das células estaminais do cordão umbilical
| Resumo: | O sangue e o tecido do cordão umbilical representam fontes comprovadamente ricas em células estaminais para o tratamento de várias doenças oncológicas e não oncológicas. Efetivamente, foram realizados mundialmente mais de 20 000 transplantes de células estaminais do cordão umbilical desde 1988, data do primeiro transplante com sucesso. O cordão umbilical detém vantagens significativas face às outras fontes existentes, tais como uma menor incidência de doença do enxerto contra o hospedeiro e menor restrição de compatibilidade HLA. De forma a dar resposta à sua utilização crescente, foram criados bancos de recolha e criopreservação, existindo presentemente, em Portugal, um banco público e cinco bancos privados. Atualmente, as células estaminais do cordão umbilical constituem uma terapêutica aprovada para cerca de 80 doenças oncológicas, hematológicas e imunitárias. Além disso, o seu inegável potencial tem sido explorado por investigadores a nível mundial, estando em curso vários ensaios clínicos para uma ampla variedade de patologias, como a doença de Alzheimer e de Parkinson, paralisia cerebral, artrite reumatoide, diabetes e enfarte agudo do miocárdio. Apesar de dados recentes demonstrarem casos de sucesso, há ainda um longo caminho a percorrer para que as potenciais aplicações das células do cordão umbilical possam vir a tornar- se uma realidade na prática clínica. |
|---|---|
| Autores principais: | Horta, Débora Carina dos Santos |
| Assunto: | Aplicações Terapêuticas Cordão Umbilical Células Estaminais Mestrado Integrado - 2014 Terapia Celular Transplantação |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | O sangue e o tecido do cordão umbilical representam fontes comprovadamente ricas em células estaminais para o tratamento de várias doenças oncológicas e não oncológicas. Efetivamente, foram realizados mundialmente mais de 20 000 transplantes de células estaminais do cordão umbilical desde 1988, data do primeiro transplante com sucesso. O cordão umbilical detém vantagens significativas face às outras fontes existentes, tais como uma menor incidência de doença do enxerto contra o hospedeiro e menor restrição de compatibilidade HLA. De forma a dar resposta à sua utilização crescente, foram criados bancos de recolha e criopreservação, existindo presentemente, em Portugal, um banco público e cinco bancos privados. Atualmente, as células estaminais do cordão umbilical constituem uma terapêutica aprovada para cerca de 80 doenças oncológicas, hematológicas e imunitárias. Além disso, o seu inegável potencial tem sido explorado por investigadores a nível mundial, estando em curso vários ensaios clínicos para uma ampla variedade de patologias, como a doença de Alzheimer e de Parkinson, paralisia cerebral, artrite reumatoide, diabetes e enfarte agudo do miocárdio. Apesar de dados recentes demonstrarem casos de sucesso, há ainda um longo caminho a percorrer para que as potenciais aplicações das células do cordão umbilical possam vir a tornar- se uma realidade na prática clínica. |
|---|